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socialización, familias diferentes, miedos, llegada de nuevos hermanos y expresión de emociones. Todos los materiales incluyen una sección de consejería para los adultos. Conclusiones: los materiales están en proceso de impresión para ser difundidos y comercializados. La utilización de los dummies de los mismos es evaluada como muy útil por parte de los terapeutas del CAC.

PROPUESTA DE ESCALA DE SATISFACCIÓN USUARIA

PARA CENTROS DE ATENCIÓN PSICOLÓGICA (ESUCAP)

Lorely Miranda Martínez María Eugenia del Río Rendón

Universidad Modelo (México)

lorely@modelo.edu.mx

La Escuela de Psicología de la Universidad Modelo cuenta desde mayo del 2003 con el Centro de Atención Comunitaria (CAC). El CAC es un lugar donde personas de bajos recursos económicos tienen acceso a atención psicológica por parte de estudiantes de los últimos semestres de la carrera de Psicología, con la asesoría de maestros/as. Todo servicio de salud resulta de la relación que se entable entre el usuario y la institución que presta el servicio. Para saber cómo se está trabajando y en qué medida el CAC da respuesta a las necesidades de sus usuarios se desarrolló un programa de Evaluación de la Calidad del Servicio, utilizando metodología cuantitativa y cualitativa. Dentro de la parte cuantitativa la Escala de Satisfacción Usuaria para Centros de Atención Psicológica (ESUCAP) pretende ser un instrumento válido y confiable que permita conocer estos aspectos, y realizar comparaciones con otros servicios similares de atención psicológica.

Método: estudio instrumental. Sujetos: usuarios de centros de atención psicológica públicos y privados, mayores de edad y padres de usuarios menores de edad. Instrume ntos: análisis estadístico con paquete SPSS. Escenario: Centro de Atención Comunitaria, Escuela de Psicología, Universidad Modelo. Procedimiento: Se construyeron 90 ítems con un tipo de medición de escala de Lickert con cuatro categorías de respuesta sobre los 7 factores involucrados en la calidad de la atención y la satisfacción usuaria en un centro de atención psicológica (calidad técnica de la atención, calidez y comodidad de la atención,

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infraestructura, proceso integral de atención, costos, educación al usuario, participación del usuario). Estos ítems se sometieron a un jueceo para depuración por parte de 7 expertos. Los pasos siguientes son realizar el jueceo por factores con 15 expertos, luego el piloteo en el CAC y otros centros de atención públicos y privados con 5 usuarios por ítem, para luego realizar las pruebas de validación: análisis de frecuencias, análisis de discriminación de reactivos, alfa de Cronbach y análisis factorial.

Resultados y conclusiones: El instrumento se encuentra en proceso, a la fecha del Congreso se contará con los resultados definitivos.

ANÁLISIS DEL POTENCIAL DE APRENDIZAJE DE LAS PERSONAS MAYORES EN FUNCIÓN DE SU DETERIORO COGNITIVO

Mª Dolores Zamarrón Cassinello Rocío Fernández-Ballesteros Lluis Tárraga

Universidad Autónoma de Madrid (España)

loles.zamarron@uam.es

Aunque existen muy pocos trabajos en el área del potencial de aprendizaje o plasticidad cognitiva en la vejez, últimamente, se está aplicando en el estudio de las demencias (Baltes & Baltes, 1997). En una investigación realizada anteriormente (Fernández-Ballesteros, R. 2003) se comprobó que no solo las personas mayores pueden aprender en la vejez, sino que también aquellas que tienen un deterioro cognitivo leve (MCI) o, incluso aquellas que están cursando una demencia tipo Alzheimer en su primera fase (EA). El objetivo básico de este trabajo ha sido analizar en que medida se diferencian las estrategias que optimizan el aprendizaje en cada uno de los grupos. Para ello se utilizó la Batería de Evaluación del Potencial de Aprendizaje, BEPAD (Fernández-Ballesteros y col, 2003) que evalúa el potencial de aprendizaje en tareas visoespaciales, memoria verbal, función ejecutiva y fluidez verbal.

Doscientos sujetos mayores de 65 años han participado en el estudio: 100 sujetos sin deterioro cognitivo, 50 con deterioro cognitivo leve (MCI) y 50 diagnosticados de demencia

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en fase leve (EA). Los resultados muestran diferencias significativas entre los grupos en las cuatro tareas de potencial de aprendizaje. Como era de esperar, los sujetos que más aprenden son los que no tienen deterioro cognitivo. Al analizar las distintas fases de cada entrenamiento, se ha comprobado que existe un aumento paulatino del aprendizaje conforme se van sucediendo las mismas, tanto en los sujetos sin deterioro como en los MCI; sin embargo, no sucede lo mismo con los sujetos “EA” que, aunque aprenden, no se benefician del entrenamiento en todas las fases. Sino que llegan a una puntuación “techo” a partir de la cual no son capaces de superar por mucho que se les entrene.

PRODOENTES - PROGRAMA DE APOIO PSICO-EDUCATIVO A DOENTES ONCOLÓGICOS

Liliana Sousa Álvaro Mendes Raquel Chiquelho Sofia Neves Ana Relvas

Universidade de Aveiro (Portugal) lilianax@cs.ua.pt

Introdução: A intervenção psico-educativa tem-se vindo a afirmar como efectiva no apoio a doentes crónicos, seus familiares e profissionais que exercem a sua actividade junto destes pacientes.

Método: Neste estudo descreve-se um programa – ProDoentes – para pacientes oncológicos que vivem a fase de crise da doença. Trata-se de uma intervenção grupal, que promove a articulação da prestação de cuidados numa perspectiva biopsicossocial e procura facilitar relações mais satisfatórias e efectivas entre os doentes, seus familiares e profissionais das unidades de saúde. Sujeitos: Foram realizados 4 grupos, num total de 33 sujeitos (63,6% do sexo feminino), com idade média dos participantes é de 59,3 anos. Instrumentos: O programa consta de 4 sessões com duração de 90 minutos, organizadas em torno de duas vertentes: educativa e de suporte. As sessões seguem uma linha evolutiva: o passado – impacto do diagnóstico no paciente e na família; o presente – desafios actuais da doença para o paciente e família; e o futuro – expectativas, projectos e imprevisibilidade da evolução da

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doença. Cenário: Este programa foi desenvolvido no IPOFG – CROC (Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil – Centro Regional de Oncologia de Coimbra, Portugal). Resultados e conclusões: O programa tem impacto em: promover a manutenção de

uma vida normal, dentro das circunstâncias, aos pacientes e suas famílias; assegurar, da parte dos serviços de saúde, cuidados humanizados, centrados na qualidade de vida do doente e família, mantendo os objectivos tradicionais de prevenção, tratamento e reabilitação; promover a satisfação, por parte dos profissionais de saúde, em relação aos cuidados que prestam. Este programa pode facilmente ser adaptado a outras doenças e instituições, sendo para tal apenas necessário conhecer algumas especificidades da doença e as características da instituição.

CONTEXTO DE PRESTAÇÃO FAMILIAR DE CUIDADOS E A PERCEPÇÃO DE CONFLITOS FAMILIARES: COMPARAÇÃO ENTRE CUIDADORES DE IDOSOS DEPENDENTES COM E SEM DEMÊNCIA

Daniela Figueiredo Lil Sousa

Universidade de Aveiro (Portugal)

lilianax@cs.ua.pt

Introdução: Prestar cuidados por um longo período de tempo a um familiar idoso dependente pode interferir na vida familiar do cuidador, o que é mais acentuado se o idoso tem demência. O stresse do cuidador desenvolve-se numa conjuntura de factores contextuais com impacto na vida familiar.

Método: Este estudo analisa a relação entre variáveis contextuais do cuidador (idade, sexo, estado civil, escolaridade, situação na profissão, filhos a cargo) e da situação de prestação de cuidados (duração, horas semanais, coabitação, existência de ajuda na prestação de cuidados) e o conflito familiar sentido pelos cuidadores. Sujeitos: A amostra envolve 99 familiares que cuidam de idosos dependentes: 52 (52,5%) cuidam de idosos dementes e 47 (47,5%) de idosos não dementes. Instrumentos: Para avaliar a percepção dos conflitos familiares adaptaram-se três questões do questionário administrado por Anshensel et al.

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(1995). Para avaliar as variáveis contextuais foi desenvolvido um questionário. Cenário: Os dados foram recolhidos no Distrito de Aveiro, Portugal, junto de cuidadores familiares que cuidam de um parente idoso há pelo menos 1 ano. Procedimentos: Os inquiridos foram identificados através de instituições que dão apoio comunitário a idosos e seus cuidadores familiares. Os profissionais dessas instituições contactaram os cuidadores e após a sua concordância, foram contactados pelos investigadores que explicaram os objectivos do estudo. Todos os cuidadores familiares acederem a participar na investigação. Os instrumentos foram administrados em contexto de e ntrevista.

Resultados e conclusões: As variáveis contextuais foram agrupadas em dois clusters: a) cuidadores mais novos (81%), filhos do idoso que cuidam, que prestam menos horas de cuidados e há menos tempo; b) cuidadores mais velhos (17,2%), cônjuges do receptor de cuidados, prestam mais horas de cuidados e há mais tempo. Os resultados indicam que: os “cuidadores familiares mais novos”, de idosos com e sem demência, tendem a vivenciar mais conflitos familiares resultantes de desacordos relativos à gravidade da doença do idoso e adequabilidade do apoio; os “cuidadores familiares mais novos” de idosos sem demência tendem a vivenciar mais conflitos familiares relacionados com falta de interesse e respeito pelo idoso e atitudes para com o cuidador.

ENFRENTAR A VELHICE E A DOENÇA CRÓNICA: UM PROGRAMA DE APOIO A DOENTES COM AVC E SEUS FAMILIARES

Liliana Sousa Raquel Chiquelho Carla Eusébio

Universidade de Aveiro (Portugal) lilianax@cs.ua.pt

Introdução: O envelhecimento da população e a prevalência das doenças crónicas, exige o desenvolvimento de programas de apoio biopsicossociais a doentes idosos e seus familiares de modo a promover o envelhecimento bem sucedido.

Método: Foi desenvolvido, implementado e avaliado um programa – AVCfamílias –

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que pretende ser uma resposta às necessidades de doentes crónicos e suas famílias, tendo sido escolhido o AVC (acidente vascular cerebral) pela sua prevalência nas pessoas idosas. Sujeitos: Realizaram-se 5 grupos AVCfamílias envolvendo 17 doentes/famílias, num total de 39 sujeitos (22 familiares não doentes). Instrumentos: O AVCfamílias foi construído com base em investigação e literatura da área da intervenção psicoeducativa com doentes crónicos e suas famílias, tendo como modelo de construção o programa de Pomeroy, Rubbin & Walker (1996). A avaliação do programa constou de duas modalidades. Uma de cariz mais qualitativo, baseada em entrevistas de focus group. Outra de cariz quantitativo e quasi- experimental em duas fases: 1 - anterior à participação; 2 - 1 ano após a primeira inquirição. Neste caso, procura-se estudar a evolução no doente e família ao nível de satisfação familiar (versão portuguesa da FACES II - Family Adaptability and Cohesion Evaluation Scale), ajustamento psicossocial do doente (versão portuguesa da PAIS – Psychosocial Adjustment to Illness Scale) e percepção do stress (versão portuguesa da Perceived Stress Scale). Cenário: O programa foi implementado no HIP (Hospital Infante Dom Pedro, SA – Aveiro), no Serviço de Especialidades Médicas (Neurologia). Procedimentos: Trata-se de um programa estruturado e breve (6 sessões), de carácter psicoeducativo, desenvolvido em grupos de discussão multi-famílias.

Resultados e conclusões: A avaliação do programa indica que está bem estruturado, quanto à duração, conteúdos e metodologias e que responde às necessidades de ajustamento das famílias. Os resultados indicam ainda que: aumenta a satisfação familiar, melhora o ajustamento psicossocial do doente e diminui o stresse percebido em doentes e familiares. O contexto grupal do programa permite normalizar sentimentos e experiências das famílias.

CARACTERIZACIÓN CLÍNICA Y PSICOLÓGICA DE

PACIENTES MEXICANOS CON DIABETES TIPO 2

María Teresa Oviedo-Gómez Lucy María Reidl-Martínez

Universidad Nacional Autónoma de México (México) mtoviedo@hotmail.com

Ante el acelerado ascenso en la prevalencia de diabetes tipo 2 en México, enfermedad crónica cuya evolución conlleva el desarrollo de múltiples complicaciones que van

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deteriorando seriamente la calidad de vida de los pacientes y sus familias, e impactando fuertemente los servicios de salud por el elevado costo del tratamiento, el estudio de las características clínicas y psicológicas de los pacientes mexicanos con este tipo de diabetes puede ser útil para orientar estrategias de intervención por el médico tratante o por los psicólogos de la salud a fin de incrementar la adherencia terapéutica, prevenir las complicaciones a largo plazo, y promover estrategias preventivas en los familiares del paciente con diabetes. Se estudiaron 263 pacientes atendidos en Centros de Salud de la ciudad de México, hombres y mujeres, con pareja y sin pareja, con familia y sin familia, con más de un año de evolución de la enfermedad. Clínicamente, el 56% de los casos presentaron descontrol metabólico, el 68% mostró más de una complicación por diabetes, y un 6.5% presentaron alguna discapacidad. Psicológicamente, predominó el estilo de afrontamiento evitativo, autoestima negativa, elevado distrés por la diabetes, y sólo un 18% mostró tener apoyo familiar a la hora de asistir a sus citas médicas. No obstante, un 93% reportó sentirse satisfecho con su vida personal. Se utilizaron pruebas t y análisis de varianzas para determinar diferencias significativas en cuanto la caracterización de la muestra, las cuales se presentan de acuerdo al género, estado civil, condición familiar, control diabético y años de evolución de la enfermedad, por lo que se sugiere tomar en cuenta estas diferencias tanto para la intervención con pacientes mexicanos, como para diseñar estrategias preventivas dirigidas a sus familiares

CONDUCTAS DE RIESGO Y ENFERMEDADES DEL

CORAZÓN EN ESTUDIANTES UNIVERSITARIOS

Mª Refugio Ríos Saldaña Ana Line Ochoa Feliciano

Norma Yolanda Rodríguez Soriano María Araceli Álvarez Gasca

Facultad de Estudios Superiores Iztacala, UNAM (México) mrrs@servidor.unam.mx

La insuficiencia cardiaca crónica (ICC) es la forma de presentación clínica de diferentes cardiopatías en fase avanzada, es de difícil diagnóstico con incidencia y prevalencia creciente y constituyen la principal causa de morbimortalidad en casi todo el mundo. Entre los factores de riesgo se encuentra la obesidad, hipertensión arterial, diabetes

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mellitus, cambios climáticos bruscos, dislipidemia y los patógenos conductuales como: alcoholismo, tabaquismo, horas de sueño, sedentarismo, estrés y dieta alta en grasas saturadas y sodio. El objetivo de este trabajo fue identificar casos con enfermedades del corazón y analizar las conductas de riesgo en los estudiantes universitarios que reportaran la presencia de este trastorno.

Se evaluaron a 1941 alumnos de nuevo ingreso hombres (28,3%) y mujeres (71,4%) de seis carreras de áreas biológicas y de la salud (Psicología, Biología, Enfermería, Optometría, Medicina y Odontología) que se imparten en la Facultad de Estudios Superiores Iztacala (FESI) de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), con edad promedio de 18.42 y D.E. de 1.68 a los cuales se les aplicó el Examen Médico Automatizado (EMA) elaborado por la UNAM. Se seleccionaron los ítems relacionados con la presencia de enfermedades del corazón (EC) y de las conductas de riesgo asociados con enfermedades crónicas, especialmente la ICC, como parte de un programa preventivo. Los resultados mostraron 36 casos (1.9%) con EC (11 hombres y 25 mujeres), quienes también presentaron conductas de riesgo como: obesidad (15.6%), hipertensión (15.6%), tabaquismo (22,2%) y alcoholismo (50%), consumo alto de hidratos de carbono (75%) y grasas (52,8%), sedentarismo (72,2%), insomnio (55,6%) y trastornos tales como hipertensión (13,9%), mal funcionamiento pulmonar (5,6%), debilidad (33,3%) y dolor de pecho (22,2%). Los resultados dan cuenta de la necesidad de instaurar programas preventivos y correctivos que permitan modificar las conductas de riesgo que pueden agravar o desarrollar la EC y mermar la calidad de vida de los estudiantes.

EFICACIA COLECTIVA PERCIBIDA DE DOCENTES

UNIVERSITARIOS

Mireya Herrera Ivonne Busot

La Universidad del Zulia (Venezuela) mireya1205@hotmail.com

En la Universidad del Zulia se está realizando desde el año 2005una revisión curricular bajo perfiles de competencias; esto implica que los docentes también deben revisar

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sus brechas de competencias; en tal sentido, esta ponencia expresa los avances asociados a los resultados de una investigación cuya finalidad estuvo orientada a obtener inf ormación sobre la eficacia colectiva percibida en los docentes adscritos a distintos departamentos de la Escuela de Educación de La Universidad del Zulia en La república Bolivariana de Venezuela, con el fin de describir los niveles de eficacia percibida hallados y su relación con la edad, con los años de experiencia laboral y con el nivel de instrucción como una competencia medular de los docentes en ejercicio. Este estudio se sustentó en la Teoría de la Autoeficacia de Albert Bandura (1977, 1987, 1997). La investigación es de tipo descriptiva correlacional; el diseño es no experimental del tipo: transaccional o transversal. La población estará constituida por 161 docentes ordinarios adscritos a los distintos departamentos de la Escuela de Educación de la Facultad de

Humanidades y Educación el escenario para recoger los datos fueron las reuniones de departamento. Como tecnica de recolección de información se utilizó la observación mediante encuesta. Como instrumento se utilizó la Escala de Autoeficacia Colectiva del Maestro es una escala psicométrica compuesta por 12 ítemes. La misma mide autocreencias optimistas para hacer frente en equipo a tareas relacionadas con la docencia universitaria Schwarzer, Gerdamarie S. Schmitz, y Gary T. Daytner (1999), adaptada por las investigadoras a la población en estudio y se empleó también una ficha de datos personales.). Para el análisis de los datos se emplea estadísticas descriptivas y la prueba de Chi-cuadrado, ambas calculadas el programa estadístico SPSS.

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ESTRUCTURA FACTORIAL Y PROPIEDADES PSICOMÉTRICAS DEL CUESTIONARIO DE SÍNTOMAS DE ANSIEDAD Y DEPRESIÓN (MASQ)

Manuel González Rosario Cubas Guetón Betancort Victor Quintero

Universidad de la Laguna, Tenerife (España) mgonzaro@ull.es

La controversia en torno a la relación entre la ansiedad y la depresión es tan antigua como el estudio de ambos síndromes (Clark y Watson, 1991a). Respecto a su manifestación, la ansiedad y la depresión son aparentemente distintas. La ansiedad se centra en la emoción de miedo e implica sentimientos de preocupación, aprensión y temor; en contraste, la depresión parece dominada por la emoción de tristeza y se asocia con sentimientos de pesar, desesperanza y pesimismo (Watson y Kendall, 1989). Pero esta supuesta distintividad c hoca frontalmente con dos hechos fundamentales: (i) la dificultad para distinguir empíricamente ambos constructos y, (ii) la comorbilidad existente entre ellos. Las dificultades que se han encontrado a la hora de diferenciar de forma empírica ambos constructos ha despertado el interés de clínicos e investigadores y motivado el estudio de la relación entre la ansiedad y la depresión (véase D. A. Clark, Beck y Stewart, 1990; Kendall y Watson, 1989; Maser y Cloninger, 1990).

En esta comunicación presentamos la estructura factorial del Cuestionario de Síntomas de Ansiedad y Depresión (Mood and Anxiety Symptom Questionnaire), de Watson y Clark (1991a).

Ponemos a prueba el modelo tripartito sobre la ansiedad y la depresión elaborado por Clark y cols. (1991a). Con los siguientes objetivos:

1.

Ponderar las relaciones existentes entre los distintos componentes del modelo.

2.

Establecer posibles diferencias en la adecuación del modelo en función de si la persona presenta un trastorno de ansiedad, de depresión o de ansiedad-depresión mixtos.

3. Estudiar la validez terapéutica de los instrumentos de evaluación y

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diagnóstico utilizados.

El número total de personas que participaron en esta investigación fue de 502 de la isla de Tenerife (Islas Canarias), de los que 302 (61,3%) eran mujeres y 191 (38,7%) hombres. El rango de edad osciló entre los 17 y 73 años, con una media de 29,08 años, desviación típica de 12,13 y una moda de 23. Se ofrecen las propiedades psicométricas de su fiabilidad entendida como consistencia interna y tests retests.

EL MODELO TRIPARTITO DE LA ANSIEDAD Y LA DEPRESIÓN: EL PAPEL PREDICTIVO DE LA INTOLERANCIA HACIA LA INCERTIDUMBRE Y SENSIBILIDAD A LA ANSIEDAD

Manuel González Victor Quintero Guetón Betancort Anna Rovella

Universidad de la LagunaTenerife (España) mgonzaro@ull.es

Los tres pilares en los que se sustenta el modelo tripartito son: la afectividad negativa, la afectividad positiva, y la activación autónoma. La figura ilustra también cómo ambos trastornos comparten el afecto negativo elevado, dimensión que, como veremos, tiene cierta equivalencia con el concepto tradicional de neuroticismo.

Se ha observado también que las dos dimensiones del humor se relacionan de forma diferencial a dos importantes dimensiones de personalidad: el estado de afecto negativo se asocia con medidas del rasgo de afecto negativo o neuroticismo (Costa y McCrae, 1980; Eysenck y Eysenck, 1968, 1975; Tellegen, 1985; Watson y Clark, 1984) y el estado de afecto positivo correlaciona con medidas de afectividad positiva (rasgo de afecto positivo; Tellegen, 1985) o extraversión (Costa y McCrae, 1980; Eysenck y Eysenck, 1968; 1975), aunque esto último ha generado algunas controversias (Lucas et al., 2000). El tercer componente del modelo es la hiperactivación fisiológica (autónoma), que conforma el componente específico de la ansiedad y trastornos de ansiedad (no teniendo lugar en la depresión, salvo que curse

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con elevada ansiedad o un trastorno de ansiedad comórbido). Este último no estaría relacionado con dimensiones de personalidad como el afecto positivo y el negativo (Clark et al., 1994), aunque en su reformulación del modelo proponen a la sensibilidad a la ansiedad (SA) como una dimensión de personalidad que sí estaría relacionada con la hiperactivación fisiológica.

En este trabajo analizamos la contribución diferencial del neuroticismo y sus facetas, de la intolerancia hacia la incertidumbre y la sensibilidad a la ansiedad en el modelo tripartito de la ansiedad y la depresión

ESTRÉS, INTOLERANCIA HACIA LA INCERTIDUMBRE Y SENSIBILIDAD A LA ANSIEDAD COMO MEDIADORES EN LAS RELACIONES ENTRE ANSIEDAD Y DEPRESIÓN

Manuel González Rosario Cubas

AnnaRovella

Universidad de la Laguna, Tenerife (España)

mgonzaro@ull.es

Existe evidencia clínica y experimental de que las personas varían en el grado en que son vulnerables a experimentar ansiedad. El motivo de estas diferencias individuales cabe encontrarlo en la “capacidad” diferencial para detectar la amenaza, y aparece recogida en teorías como las de H. J. Eysenck (1957, 1967); Beck y Emery (1985) o Clark (1988). La vulnerabilidad observada es tanto de naturaleza temperamental como cognitiva (Clark, 1988, 1996; Michael Eysenck, 1992). La vulnerabilidad cognitiva hace que las personas estén preparadas para detectar señales de amenaza por el recuerdo de experiencias pasadas y creencias actuales sobre los orígenes del peligro que puede amenazarles.

El concepto de sensibilidad a la ansiedad ha encontrado un lugar útil en las aproximaciones cognitivas a la ansiedad (Rachman, 1998; Reiss, Peterson, Gursky y McNally, 1986; Reiss, 1987; Taylor, 1995). La sensibilidad a la ansiedad es un miedo a las sensaciones corporales que son interpretadas como si tuvieran consecuencias potenciales de daño físico o psicológico, siendo justamente interpretaciones de este tipo las responsables de la aparición de ansiedad. Se ha encontrado que la sensibilidad a la ansiedad es elevada entre

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todos los trastornos de ansiedad, pero más notablemente en el trastorno de pánico, y no significativamente mayor en las fobias simples respecto de la población no clínica (Taylor, 1995).

Dugas y Ladouceur (1997) parten del modelo general de ansiedad propuesto por Krohne (1989, 1993), en el que la intolerancia hacia la incertidumbre y la intolerancia al arousal emocional (sensibilidad a la ansiedad) serían los principales fenómenos implicados en los trastornos de ansiedad, para así dar mayor coherencia a los resultados de las investigaciones realizadas en este campo.

Nuestro equipo de investigación ha encontrado como la sensibilidad a la ansiedad y la intolerancia hacia la incertidumbre, no solo desempeñan un papel predictivo relevante en los trastornos de ansiedad, sino también en la depresión. En este sentido, presentamos en esta comunicación el papel modulador del estrés en las relaciones de los dos procesos antes mencionados con ansiedad y depresión evaluadas mediante el DASS (Escala de Depresión, Ansiedad y Estrés) de Lovibond y Lobivond (1993).

PRESENTACIÓN DE UN PROGRAMA ORIENTADO A INCREMENTAR LA ADHERENCIA AL TRATAMIENTO Y LA CALIDAD DE VIDA DE ENFERMOS CON DIABETES TIPO I

Encarnación Olmedo M. Teresa Gaos Antonio del Pino Ruth Dorta

Universidad de La Laguna, Tenerife (España) mgaos@ull.es

El contenido del programa, básicamente, consiste en llevar a cabo una reestructuración cognitiva que haga más fácil el afrontamiento de los problemas cotidianos para, a continuación, enseñar los pasos que hacen más eficaz el proceso de solución de problemas, aplicado a las distintas situaciones por las que pasa una persona que va teniendo conocimiento de su condición de diabético, aprender a comunicarse de forma adecuada y a utilizar algunas técnicas, como la relajación, que le ayuden cuando necesita autocontrol para

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disminuir su nivel de activación emocional o física.

El programa se desarrolla en grupo y se presenta aprendiendo a identificar los estilos cognitivos y estados emocionales que favorecen un buen proceso conducente a la solución de los problemas que plantea la diabetes.

El objetivo a conseguir es doble, por una parte, pretendemos que cada individuo aprenda a afrontar de la mejor manera posible el “vivir día a día con su diabetes” y las limitaciones que esta le impone, y por otra parte, que sienta el apoyo y la orientación que pueden proporcionarle otras personas que comparten “su condición”, puesto que la característica que conforma el grupo es el hecho de ser personas con diabetes. Además de esta forma se desplaza el centro de la atención al problema desde una cuestión personal a una cuestión que afecta al conjunto de las personas presentes en el grupo.

Temas especialmente trabajados son:

1. La objetividad e información contrastada ante el problema frente a la información cargada de emoción y no fundamentada.

2. El uso de un pensamiento constructivo y positivo frente al pensamiento negativo como condición necesaria para resolver con éxito cualquier problema.

3. La necesidad de incrementar la creatividad para ir afrontando las situaciones novedosas que se van presentando en el día a día.

4. La importancia de tener un plan organizado de actuación para llevar a término cualquier solución de un problema.

Cada uno de los temas correspondientes a la reestructuración de cogniciones y emociones, se van visualizando a lo largo de las exposiciones con sombreros de distintos colores que se ponen tanto los participantes como los terapeutas.

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EFICACIA DE UN PROGRAMA DE TRATAMIENTO COGNITIVO-CONDUCTUAL PROTOCOLIZADO EN GRUPO PARA MEJORAR LA CALIDAD DE VIDA DE LOS PACIENTES CON ENFERMEDADES INFLAMATORIAS INTESTINALES

Mª Isabel Comeche Miguel Ángel Díaz-Sibaja Blanca Mas

Universidad Nacional de Educación a Distancia. España mcomeche@psi.uned.es

Introducción. La enfermedad inflamatoria intestinal (EII) es una enfermedad crónica que puede afectar a la calidad de vida del paciente. El concepto de calidad de vida engloba aspectos importantes para el enfermo como la afectación emocional, las dimension es sociales, familiares y funcionales. La relación entre las variables psicológicas y la EII hace necesario diseñar e implementar programas de tratamiento que permitan a los pacientes desarrollar estrategias de afrontamiento efectivas para mejorar su calidad de vida, afrontar las demandas de la enfermedad y solucionar sus posibles trastornos psicológicos.

Objetivo y método. El principal objetivo de este estudio fue demostrar la eficacia de un programa de tratamiento psicológico protocolizado para mejorar la calidad de vida de los pacientes con EII. Para ello se compararon los resultados en calidad de vida de un grupo de pacientes que siguieron dicho programa con los de otro grupo de pacientes sin tratamiento. Sujetos. La muestra estuvo constituida por 57 pacientes diagnosticados de EII (33 tratamiento grupal/ 24 grupo control). Instrumentos. Las variables dependientes fueron: síntomas digestivos, síntomas sistémicos, afectación funcional, función emocional y afectación social; medidas con el “Cuestionario de calidad de vida en la enfermedad inflamatoria intestinal (SIBDQ)” (López-Vivancos y cols., 1999). Escenario. Las sesiones de tratamiento se llevaron a cabo en las sedes de Madrid y Cádiz de la Asociación de Crohn y Colitis Ulcerosa (ACCU) , en grupos de 8-10 pacientes. Procedimiento. Fases de la intervención: selección de la muestra, evaluación pre-tratamiento, tratamiento, evaluación post-tratamiento, seguimientos (3, 6 y 12 meses). El tratamiento consistió en 10 sesiones (1 por semana) de 2 horas de dura ción.

Resultados y conclusiones. Los resultados revelan que el programa de tratamiento

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resultó eficaz para producir una mejoría clínica y estadísticamente significativa en las variables síntomas digestivos, síntomas sistémicos, afectación funcional, función emocional y afectación social, al compararlo con el grupo control; asimismo demuestran que la mejoría se mantiene en los seguimientos, a los 3, 6 y 12 meses.

ESTUDIO PROSPECTIVO SOBRE SINTOMATOLOGÍA DE TRASTORNOS DEL COMPORTAMIENTO ALIMENTARIO EN HOMBRES Y MUJERES MEXICANOS

María del Consuelo Escoto Ponce de León

Centro Universitario UAEM Ecatepec

Esteban Jaime Camacho Ruiz

Universidad del Valle de México (México) mcepl@uaemex.mx

El objetivo de la presente investigación fue identificar la presencia de sintomatología de trastornos del comportamiento alimentario (TCA) entre la población de estudio y algunos factores asociados como la autoestima, insatisfacción corporal, restricción a limentaria, preocupación excesiva por el peso y por la comida y la presión social para adelgazar.

A la muestra de 281 participantes de 11 a 14 años de edad (M = 12.52, DE = 0.62), de los cuales 144 (51%) fueron mujeres y 137 (49%) hombres seleccionados al azar, se les aplicaron los siguientes instrumentos: Test de Actitudes Alimentarias (EAT-40; Garner & Garfinkel, 1979), Test de Bulimia

(BULIT; Smith & Thelen, 1984), Cuestionario de Influencias Sobre el Modelo Estético Corporal (CIMEC; Toro, Salmero & Martínez, 1994), Inventario de Trastornos Alimentarios (EDI; Garner, Olmstead & Polivy, 1983), Cuestionario de Imagen Corporal (BSQ; Cooper, Taylor, Cooper & Fairburn, 1987) e inventario de autoestima (PAI; Pope, McHarle &Craighead, 1988). Las aplicaciones se realizaron al inicio del ciclo escolar (2004) y doce meses después.

En la línea base se identificaron 35 participantes con sintomatología (12.5%), de los cuales 16 fueron mujeres y 19 hombres y en el seguimiento se identificaron 14 casos con sintomatología de TCA de los cuales 7 fueron hombres y 7 mujeres. Contrariamente a lo

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reportado en la literatura, en la presente investigación se encontró mayor sintomatología de TCA en los hombres que en las mujeres en la línea base mientras que en el seguimiento la proporción fue de 1:1. La incidencia de nuevos casos de sintomatología de TCA en el seguimiento fue de 3% para hombres y 3% para mujeres, lo cual es inferior a lo reportado en otras investigaciones para México. Las mujeres del grupo sin sintomatología, presentaron puntuaciones significativamente mayores que los hombres en insatisfacción corporal e influencia de los modelos estéticos corporales, indicando su deseo de estar más delgadas y el efecto de los modelos estéticos y de los medios quienes enfocan sus mensajes principalmente en las mujeres. Adicionalmente se encontró una asociación estadísticamente significativa entre la autoestima y la sintomatología de TCA.

TRATAMIENTO MULTIDISCIPLINARIO E INTEGRAL APLICADO AL TRASTORNO POR DÉFICIT DE ATENCIÓN EN NIÑOS

Maryta Calderon Marchena

Comportamiento, Educacion y Salud Integral – CESIN (Perú) aryta54@yahoo.com.mx

En el centro COMPORTAMIENTO, EDUCACION Y SALUD INTEGRAL – CESIN – Lima - Perú; desde el año 1999 se viene trabajando con una población entre niños, jóvenes y adultos que presentan el TDAH y comorbilidad adjunta al trastorno. Desde el 2003, se inicio un sistema multidisciplinario e integral desde su evaluación como en su tratamiento. El equipo de trabajo esta constituido por psicólogos de diferentes áreas, educadores, terapistas del lenguaje, aprendizaje, psicomotores y de rehabilitación motora, bajo la coordinación de un neurólogo y psicólogo especialista en el manejo de TDAH.

Los niños derivados son evaluados por una batería de pruebas psicológicas y escolares que miden las áreas intelectual, instrumental, aprendizaje, emocional, conductual, personalidad. Conjuntamente se evalúa a los profesores sobre manejo de aula a través de la observación o entrevistas programadas complementándose con una historia clínica amplia bajo los esquemas cognitivos conductuales.

Al término de éstas, se priorizan las necesidades las cuales guiaran el inicio

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terapéutico por el área o áreas en déficit. Al mismo tiempo los padres inician una capacitación donde aprenderán ha identificar y manejar el problema de su hijo, todo bajo el esquema de terapia cognitiva conductual.

Bajo esta perspectiva y para cerrar un tratamiento circular se mantendrá un contacto directo con el centro educativo y en los casos necesarios los profesores, tutores recibirán capacitación u orientación respectiva sobre identificación, manejo del TDAH en el aula. Este estilo de propuesta lo aceptaron 30 familias de 150 diagnosticados con TDAH

y problemas de aprendizaje; de estos, 15 cumplieron sus sesiones programadas en forma integral, 2 sólo fueron evaluados, 9 cumplen parcialmente las sesiones programáticas y 4 han iniciado recién su programa. De estos 15 niños se observo un avance de un 70% en relación al grupo que no logro mantener su integración, destacándose principalmente la mejora en la lecto escritura, comprensión, manejo espacial, control motor, autocontrol, manejo conductual tanto en casa como en el centro educativo.

Al aplicar esta metodología de trabajo logramos una de nuestras propuestas llamada Triada terapéutica donde el niño encuentra retroalimentación constante en el ambiente y la prevención primaria en el desarrollo de conductas de riesgo.

VIOLENCIA SEXUAL: UNA REALIDAD EN LAS RELACIONES DE NOVIAZGO EN POBLACIÓN JUVENIL ESPAÑOLA

Marina Muñoz-Rivas Pilar González Lozano Maria Elena Peña

José Luis Graña Gómez

Universidad Autónoma de Madrid (España)

marina.munoz@uam.es

La violencia sexual se ejerce mediante presiones físicas o psíquicas que imponen relaciones sexuales no deseadas mediante coacción, intimidación o indefensión (Alberdi y Matas, 2002). Dentro del área de estudio de la violencia en las relaciones de noviazgo, se ha venido evidenciando desde hace años que este tipo de violencia es mucho más frecuente en parejas jóvenes (Barnett, Miller-Perrin y Perrin, 1997; Bergman, 1992; Spencer y Bryant, 1996). Ante la escasez de estudios en este área en España, en el presente trabajo se analiza la presencia de comportamientos violentos de carácter sexual en las relaciones de noviazgo en

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una muestra de 5.596 jóvenes españoles con edades comprendidas entre los 16 y los 27 años con el fin de constrastar los resultados con estudios afines y poder establecer lineas de actuación y prevención eficaces. Los resultados indican la alta prevalencia de este tipo de comportamientos en las relaciones interpersonales de los jóvenes, encontrando una emi sión significativamente superior de este tipo de agresión en los varones (especialmente, la coerción sexual) y diferencias importantes en cuanto a su tipología entre grupos de edad, a pesar de que se constata que existe una presencia constante desde edades tempranas. Se analizan las tendencias observadas y su relación con otras variables como la duración y estabilidad de la relación de noviazgo. Se comentan, asimismo, las implicaciones de los resultados obtenidos y su posible relación con actos de violencia dentro de las relaciones emocionales más estables.

GÉNERO Y EDAD: VARIABLES DIFERENCIADORAS DE LA AGRESIÓN FÍSICA Y PSICOLÓGICA EN LAS RELACIONES DE NOVIAZGO

Marina Muñoz-Rivas José Luis Graña Gómez Pilar González

Lozano Universidad Autónoma de Madrid (España) marina.munoz@uam.es

En general, las relaciones de noviazgo se inician en la adolescencia y/o juventud, momento evolutivo de transición de la infancia a la madurez en el que se producen una gran cantidad de cambios afectivos y/o corporales, convirtiéndose en un período de especial vulnerabilidad y proclive al desarrollo de conductas desviadas entre las que el comportamiento violento puede configurarse como una forma habitual de relacionarse con los demás y que, indudablemente, condicionará la forma en la que se establezcan las relaciones personales y emocionales posteriores (Wolfe, Scott, Wekerle y Pittman, 2001, Serran y Firestone, 2004).Makepeace (1981) fue el pionero en conducir una investigación sobre la naturaleza y prevalencia de la violencia en el noviazgo, obteniendo que uno de cada cinco estudiantes universitarios había experimentado abusos físicos por parte de su pareja.

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Además, el 61% de la muestra revelaba conocer a alguien que la había sufrido. Investigaciones posteriores, estiman su frecuencia entre un 9% y un 51% (O’Keefe, Brackopp y Chew, 1986; Bergman, 1992; Mitchell, 1995; Foshee, Linder, Bauman, Langwick, Arriaga, Health, McMahon y Bangdiwala, 1996; Billingham, Bland y Leary, 1999; Silverman, Raj, Mucci y Hathaway, 2001).

Considerando lo expuesto, en el presente trabajo se analiza la presencia de comportamientos violentos de carácter psicológico y físico en las relaciones de noviazgo en una muestra de 2.600 jóvenes españoles con edades comprendidas entre los 16 y los 20 años, utilizando el La Escala de Tácticas de Conflicto modificada (Modified Conflict Tactics Scale, mCTS; Neidig, 1986). Los resultados indican la alta prevalencia de ambos tipos de agresión en las relaciones interpersonales, encontrando diferencias importantes en cuanto a su tipología entre sexos y grupos de edad. Así, la emisión de conductas violentas de carácter psicológico y físico (de carácter leve) resultó ser significativamente superior en el caso de las mujeres mientras que la agresión física grave fue un comportamiento más ampliamente exhibido por los varones con peores consecuencias para la salud en las mujeres. Se comentan, asimismo, las implicaciones de los resultados obtenidos y su posible relación con actos de violencia más graves en posteriores relaciones emocionales más estables.

RECREACIÓN Y CALIDAD DE VIDA EN ADULTOS MAYORES QUE VIVEN EN INSTITUCIONES GERIÁTRICAS Y EN SUS HOGARES. UN ESTUDIO COMPARATIVO

Marisela Árraga Marhilde Sánchez de Gallardo

Universidad del Zulia (Venezuela)

ma riarraga@cantv.net

La recreación como actividad inherente a la trayectoria de vida de las personas; parte de un interés motivacional interno que conlleva a buscar el disfrute de la vida promoviendo el desarrollo coherente, equilibrado y armónico. En el adulto mayor –mayores de 65 años- ayuda a mantenerlos activos, olvidar preocupaciones, atenuar inquietudes y desarrollar potencialidades; por lo tanto contribuye a mejorar su calidad de vida. En este estudio se comparan en dos grupos de adultos mayores, las actividades recreativas que realizan y los

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beneficios, que según su opinión, estas actividades les proporcionan. La investigación fue comparativa, de campo, no experimental, transeccional. La población la constituyeron 100 adultos mayores; un grupo de 50 residentes en instituciones geriátricas y el otro de 50 personas que habitan en sus hogares o con familiares. Para recoger los datos se utilizó la observación mediante encuestas y como instrumento un cuestionario diseñado por las investigadoras que se aplicó a través de entrevistas personales. Entre los resultados se obtuvo que el primer grupo realiza mayormente actividades de participación pasiva: el 90% ve televisión y escucha música la mayor parte del tiempo porque no existen actividades recreativas programadas en las instituciones. El segundo grupo realiza con mayor frecuencia actividades de participación real; además, el 88% de ellos ve televisión, viaja, va a fiestas o baila; ambos grupos desarrollan actividades informales de interacción; según su opinión todas las actividades realizadas les gustan y los ayudan a divertirse, mantenerse y ocupar el tiempo. Se concluye que las instituciones geriátricas requieren planificar y ejecutar actividades recreativas que generen bienestar en los mayores, propicien el buen uso del tiempo y las actividades de participación real. Se recomienda encaminar el trabajo de orientadores y psicólogos hacia el fomento de actividades de participación real para mantener a los adultos mayores activos, promover sentimientos que eleven su calidad de vida y modificar estereotipos negativos; asumiendo que el envejecimiento y la vejez no se refieren necesariamente a afecciones y enfermedades, ya que se puede seguir siendo útil, sano y activo durante la vejez; pues ésta forma parte de la vida, constituyéndose en un triunfo sobre la muerte.

PSICOLOGÍA COGNITIVO-NARRATIVA. UNA PERSPECTIVA EMERGENTE EN PSICOTERAPIA COGNITIVA

Sandra Patricia Obando Bedoya Isabel Cristina Villa González

Universidad Pontificia Bolivariana (Colombia)

Mariamulata69@hotmail.com

Introducción. El presente estudio tuvo como finalidad realizar una revisión teórica exhaustiva de la producción escrita de diversos autores que a lo largo de las tres últimas décadas han profundizado en una perspectiva teórica y aplicada de la psicoterapia cognitiva,

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logrando valiosos desarrollos de un modelo teórico que hasta ahora logra impactar tímidamente en nuestro medio Colombiano y Latinoamericano.

Método e instrumentos. El objetivo del estudio fue comprender a través de un estado de arte el desarrollo teórico e investigativo de la psicoterapia cognitivo constructivista y el modelo de psicoterapia narrativa para estructurar una elaboración e interpretación teórica que de cuenta de los progresos e implicaciones de estos modelos en la intervención psicológica actual. Esto se logro a través de las siguientes categorías y subcategorías: Metateoría: Historia y epistemología, Relación sujeto-objeto, Concepto de realidad y Concepto de hombre. Teoría formal: Concepto de desarrollo, Concepto de salud, Desintegración narrativa (psicopatología), papel del lenguaje, papel de la emoción. Teoría clínica: Concepto de terapia, Papel - características del terapeuta, Vínculo terapéutico, Fases del proceso terapéutico, Concepto de cambio. Estrategias y técnicas: Métodos y Técnicas terapéuticas. Se construyeron para cada unidad y para la organización de la información y el proceso histórico- hermenéutico del análisis una ficha Bibliográfica, una descriptiva y una matriz de análisis por categoría. Escenario: La investigación se llevo a cabo en la ciudad de Medellín, Colombia.

Resultados y conclusiones. La psicoterapia constructivo narrativa, tanto desde sus inicios y desde las perspectivas sobre las cuales se ha inspirado. Incluyendo los grandes adelantos teóricos desarrollados por la tradición filosófica, le permite presentarse como una propuesta contemporánea, coherente, de bases epistémicas y teóricas sólidas, con un gran componente interdisciplinario apoyado desde las propuestas realizadas a partir de disciplinas como la biología, ciencias cognitivas básica, la lingüística , la pragmática, la cibernética, el construccionismo social, entre otras, que a su vez le proveen mayores herramientas al paradigma cognitivo en psicología y una comprensión integradora del cambio terapéutico de gran utilidad al escenario de la psicoterapia. Debido a esta razón la psicoterapia constructivo narrativa sobresale por las características humanas y sensibles de la terapia y el terapeuta que permiten rescatar la ética humanista del escenario psicoterapéutico como agente de cambio social. Igualmente este estudio mostró que a pesar de que los avances en esta perspectiva y propuesta datan ya desde mediados de la década de los 80 y las primeras publicaciones y eventos académicos se están llevando a cabo desde principios de los 90, en nuestro país son pocos los clínicos e investigadores que se han aproximado a su revisión y

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validación teórica y aplicada, pues el auge del paradigma del procesamiento de la información que llega a nuestro país con la llamada revolución cognitiva rebosa todo interés y agota por casi 20 años la expectativa de los profesionales en la psicología de estas vertientes a ahondar en otros modelos complementarios y alternativos. También se pudo establecer que las teorías inspiradas en la epistemología constructivista de las que se d erivan diferentes propuestas psicoterapéuticas plantean una forma de entender el hombre y también el sentido de identidad, generando a la vez las propuestas acerca del cambio y de la forma como este debe alcanzarse en la psicoterapia. Finalmente, la perspectiva cognitiva constructivista y más propiamente la propuesta de psicoterapia cognitivo-narrativa es una nueva manera de concebir y abordar al hombre en su experiencia y su realidad e invita a la comprensión de como los seres humanos construyen, organizan y transforman el conocimiento, impone al significado como objeto central de la psicología e implica recurrir a la narrativa como matriz de esta organización de significados, abriendo paso a una nueva perspectiva de entendimiento en cuanto a la psicopatología y a la práctica clínica

APROXIMACIÓN A UN MODELO DE MÉTODOS Y MEDIDAS PREVENTIVAS DE SALUD MENTAL EN LAS ÁREAS DE COHESIÓN Y ADAPTABILIDAD EN FAMILIAS NUCLEARES EN COMUNIDADES DE ALTO RIESGO DE TEGUCIGALPA

Marco Antonio Barraza Ibáñez

(Honduras) marco_barraza@yahoo.com

Introducción. La investigación se realizó para profundizar en el nivel de salud mental familiar en comunidades de alto riego social.

Método. Cuali-cuantitativo. Sujetos. 30 familias nucleares. Instrumentos. Encuesta semi- estructurada. Evaluación de la cohesión y adaptabilidad familiar. Técnica de Grupos focales. Escenario. Comunidad de alto riesgo social Villanueva. Procedimiento. El estudio se realizó en tres fases, la diagnóstica sobre las condiciones materiales de vida y los principales problemas en las familias con el muestreo aleatorio sistemático, la caracterización del funcionamiento de las relaciones interpersonales y el desarrollo de grupos focales con las familias equilibradas y desequilibradas.

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Resultados y conclusiones. Menos de la mitad de familias en el área de cohesión: Vinculación emocional y el grado de autonomía se clasificaron como amalgamadas, con poca privacidad en la familia, la unión entre ell@s es extrema. En la adaptabilidad, la mayoría posee alta rigidez para modificar reglas y acciones para enfrentar el estrés, y cambios del ciclo vital. La mitad de las familias se categorizaron en la tipología extrema en que las 2 áreas antes mencionadas tienen dificultades, una cuarta parte conformó las que tienen un funcionamiento equilibrado y el resto un nivel moderado. Las dificultades en el conocimiento y aplicación de medidas preventivas en la mayor parte de familias, disciplina rígida, falta de democracia en las actividades desarrolladas como grupo y la reducida participación de los hij@s en decisiones del hogar, son elementos que determinan el grado de salud mental. En las recomendaciones se promueven la salud mental de base como el empoderamiento de la comunidad, siendo gestores de su propio desarrollo integral de sus necesidades más sentidas e implementar programas de salud mental preventiva en educación familiar en ámbitos de autoridad paterna y comunicación tanto por padres de familia e hij@s.

PROGRAMA DE FORTALECIMIENTO DE LA ADHERENCIA TERAPÉUTICA EN PACIENTES ONCOLÓGICOS

Marcela Sánchez Estrada Dolores Mercado Corona

(México) mar9977@yahoo.com

Introducción. La adherencia terapéutica es un fenómeno importante en el ámbito de la salud, se han planteado diversos elementos conductuales en su estructura, como la asistencia a las citas médicas, el apego a una dieta alimenticia, el uso de medicamentos, actividad física, etc., dependiendo de las características del padecimiento en el cual se estudia, cada enfermedad tiene indicaciones médicas precisas, encaminadas al control o cura de la patología. En las enfermedades crónicas una de las mediciones más importantes ha sido la asistencia continua a las citas médicas.

Método. Se estructuró un programa de tres entrevistas psicológicas a profundidad evaluando aspectos relacionados a la adherencia reportada en la literatura, como lo son las creencias sobre la enfermedad, el apoyo social percibido, el estilo de enfrentamiento y el

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nivel educativo. Instrumentos. En las tres sesiones se emplearon formatos de registro creados especialmente para capturar los aspectos evaluados y las intervenciones terapéuticas realizadas en cada una de las sesiones. Escenario. El servicio de Oncología del Hospital Juárez de México. Procedimiento. Las entrevistas se realizaron en pacientes de 1ª. vez atendidos por el servicio de Oncología, la primera en su primer cita médica, la segunda en la cita para la biopsia o entrega de resultados y la tercera en el resultado de la biopsia o inicio de tratamiento. Los elementos evaluados en las entrevistas fueron las creencias a favor y en contra de seguir en el proceso de diagnóstico e inicio de tratamiento; el estilo de enfrentamiento empleado hacia la enfermedad.

Resultados y conclusiones. De los 29 pacientes el 90 por ciento presentó creencias a favor de seguir en el proceso de diagnóstico y tratamiento, estas se relacionan con tener una oportunidad de vida en caso de un diagnóstico positivo, Las creencias en contra fueron en general de temor para soportar los efectos secundarios de los tratamientos. El estilo de enfrentamiento principal fue el directo. En el seguimiento a tres meses el 90 por ciento de los pacientes de la muestra seguía asistiendo a sus citas médicas.

ESTRATEGIAS DE AFRONTAMIENTO COMO FACTORES PREDICTORES DEL SÍNDROME DE BURNOUT EN EL PERSONAL DE ENFERMERÍA DE LA U.C.I. DEL H.U.C.

María Antonieta Lombardi Licciardi

Universidad Central de Venezuela (Venezuela)

malombardi1@gmail.com

El objetivo de este trabajo fue determinar cuales estrategias de afrontamiento que utilizan el personal de enfermería del las UCI pueden ser consideradas como predictoras del Síndrome de burnout. La muestra fue de 80 de una población de120 profesionales de enfermería que laboran en la unidad de cuidados intensivos del Hospital Universitario de Caracas.

Los instrumentos utilizados fueron MBI de Maslach y Jackson-AE, (1997), para evaluar el síndrome de burnout, “Respuestas ante Situaciones de Estrés” (Feldman y col.

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1995) para manifestaciones de estrés. El “CEA” desarrollado por Rodríguez-Marín y col (1992) para estrategias de afrontamiento y para estresores laborales el cuestionario IMPAL Leibovich y Schufer (1999).

Se utilizo el análisis de regresión logística posterior a las correlaciones de Sperman. Donde el 86,3% fueron de sexo femenino, el 30% entre los 25 y 29 años de edad y el 41,3 % viven en pareja. El 62,5 % trabaja doble turno. Tenían entre 0 y 5 años empleados en ese servicio. Los eventos estresares más reportados fueron los extralaborales, la sobrecarga de trabajo por falta de material, las deficiencias en higiene e iluminación, los ruidos, la toxicidad y la baja remuneración. Las estrategis de afrontamiento aproximativas fueron las mayormente utilizadas y los síntomas de estrés más reportadas fueron las tensión muscular, dolor de cabeza, los olvidos dolor de estomago. El síndrome de burnout, presentó valores medios a altos lo cual permite afirmar que éste está en desarrollo, con una media de 53,28 (Sd= 24,04) para el cansancio emocional, una de 59,79 (Sd= 32,31) para despersonalización y una media de 58,66 (Sd= 28,48), para realización personal.

El análisis estadístico demostró que el sexo es predictor de la baja realización profesional, la ambigüedad de roles predice para alta despersonalización. Las estrategias de afrontamiento son un grupo de más predictores: la contabilización de ventajas determina para baja realización profesional, así como la culpa propia y ajena y el escape; del cansancio emocional son predictores la culpa y el escape, mientras que este último, junto con el pensamiento desiderativo predice alta despersonalización. Solamente las manifestaciones de estrés de orden vegetativo predicen cansancio emocional. El cansancio emocional predice despersonalización.

MOBBING (O ACOSO LABORAL )

Mª Isabel Massonnier

(Uruguay) maisamas@adinet.com.uy

El término anglosajón “mobbing” (acoso laboral) se aplica a situaciones grupales en las que un sujeto es sometido a persecución, agravio o presión psicológica sistemática, por uno o varios miembros del grupo laboral al que pertenece, con la complicidad o aquiescencia del resto, durante un período no menor a seis meses. En general, el Mobbing persigue el objetivo de que la víctima abandone ese trabajo.Se busca desestabilizarlo, aislarlo, destruír

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su reputación, disminuír su autoestima y su capacidad de trabajo.

Antes conocido como el “Síndrome del chivo expiatorio”, fue el australiano Konrad Lorenz quien introdujo el concepto en las Ciencias Sociales. Este Premio Nobel de l973 extrapoló sus observaciones de animales en libertad al comportamiento observado en personas que, cumpliendo similares funciones, “proceden al ataque en coalición de un individuo más fuerte, de su misma especie.” Se trata de un fenómeno diferente al del “rechazo social”, donde no existe la persecución sino una simple exclusión del sujeto victimizado. También es diferente de la “desatención social”, en la cual el sujeto es ignorado.

Es frecuente observarlo en instituciones donde prevalece un rígido sistema de estructura y disciplina, en los cuales existe poca tolerancia a la diversidad y a la innovación, en la medida que privilegian el poder y el control sobre la productividad y la eficacia. Las personas que suelen ser víctimas del mobbing son diferentes en aspecto, conducta, valores y actitudes, al resto del grupo. Su sola presencia cuestiona implícitamente los símbolos y valores del resto. Son personas “válidas”, que suscitan la envidia de sus colegas mediocres. No existe un perfil único para la víctima, pero existe un factor-clave y es que aquel sea percibido como una “amenaza” o potencial “denuncia”, por su sola existencia, por poseer cualidades de las que el agresor pretende apropiarse.

Para definir al mobbing se exigen criterios, tanto temporales como estructurales. Existen diferentes tipos de acoso laboral, diferentes perfiles de la víctima y una amplia gama de características en el acosador, tanto como en el entorno social en que se produce. Existe un cuadro clínico resultante característico, y su principal complicación es el suicidio, pero no puede descartarse la importancia que reviste al tiempo de explicar las causas de violencia física que se dan en los lugares de trabajo. Existe una forma de enfrentarlo, que tiene mucho que ver con nuestra especialidad como psicoterapeutas.

En algunos países, también existen leyes que amparan a los trabajadores que pueden probar que han sido objeto de esta forma de acoso. Es fundamental conocerlo, saber que existe y que, desgraciadamente, es mucho más frecuente de lo que quisiéramos reconocer . Difundirlo y favorecer que se discuta al respecto es una conducta saludable. El objetivo de este trabajo es que pueda detectarse y tomar las precauciones del caso, antes de que se convierta en un hecho consumado, causante de daños a nivel psicológico y físico, familiar y profesional.

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PERFIL DE COMPETENCIAS DEL DOCENTE ORIENTADOR, IMPACTO EN EL DESEMPEÑO Y EVALUACIÓN DE LA EFECTIVIDAD

Maigualida Zamora Heriberta Castejón

La Universidad del Zulia, Venezuela

m aigualidaz@hotmail.com

La Universidad del Zulia en 1991 enmarcado en las políticas de Cambio y Transformación inició la revisión curricular de las diferentes carreras ofrecidas por la institución. La Facultad de Humanidades y Educación, desde la Escuela de Educación en del Departamento de Psicología oferta la Licenciatura en Educación Mención Orientación. En 1995 culminó la revisión curricular de esta opción de estudio; se instituyó el Diseño Curricular 1995 el cual declara la formación de este profesional desde el enfoque de las competencias. Desde 1998 con criterios de convalidación han egresado profesionales con este perfil, se han realizado evaluaciones y acciones puntuales al currículo; sin embargo no se había practicado una evaluación sistematizada razón por la cual se planteó esta investigación. La investigación fue descriptiva, de campo, con un diseño no experimental transversal. Los sujetos fueron 70 orientadores egresados entre el 1998 y 2005 quienes voluntariamente respondieron en los escenarios de varios Congresos dirigidos a Orientadores y en sus sitios de trabajo. Los datos se recogieron a través de la técnica observación mediante encuesta; como instrumentos se utilizaron; el cuestionario y la Escala de Estimación CyZ 2005. Se pudo comprobar la efectividad del perfil profesional del orientador puesto que se obtuvo que un 74,60% de los participantes en el estudio indicaron tener un nivel de competencias altas en los seis roles y en las competencias asociadas a estos. Se estableció que sólo el 25,40 de la muestra manifestó un nivel inferior de competencias desarrolladas en los seis roles, este rango de auto percepción va desde competencias iniciadas hasta medianamente desarrolladas; Se evidenció una discrepancia entre la transferencia de la competencia en el desempeño (la ubicaron en un 66.75 % que según el baremo establecido es una competencia buena) y la percepción de la habilidad sobre esas competencias (obtuvo un puntaje de 47,85%, lo cual la ubica en un nivel de competencia media). Se pudo evidenciar que los roles que constituyen el perfil profesional del orientador tienen vigencia y les permite a estos profesionales dar respuesta oportunas, pertinentes y por lo tanto idóneas a las demandas sociales que les son exigidas.

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EL ARTE DE LA PSICOTERAPIA DE GRUPO Y L A COMUNICACIÓN EDUCATIVA PARA BENEFICIAR A GRANDES GRUPOS DE PACIENTES EN EL TRATAMIENTO DEL DUELO

Magdalena Duarte Navarrete

Instituto Mexicano de Psicoanálisis y Psicoterapia Humanista AC (México) magdapsiquemex@yahoo.com.mx

La exposición presenta las principales aportaciones de una amplia investigación que recibió el Premio al Mérito Académico y Servicio a la Sociedad 2002 en la ciudad de Puebla, tras la presentación del libro de autoayuda “Trascendiendo con amor un duelo” que sustenta un kit multimedia del mismo nombre, y analiza los principios teórico-metodológicos más importantes para apoyar el tratamiento de un duelo por la pérdida de una persona especialmente significativa, y los lineamientos indispensables que se deben de seguir en todos los abordes que se hagan en torno a esta problemática, ya sea que se utilicen las técnicas de mayor efectividad para estos casos pertenecientes a la terapia cognitivo conductual o que se recurra a otras aportaciones derivadas de la terapia humanista o del psicoanálisis. Objetivo: El estudio se llevó a cabo para evaluar el impacto de una intervención psicoeducativa diseñada con el propósito de dar un mensaje de alivio y esperanza que pudiera ser útil a una gran colectividad de personas, sin ningún criterio de exclusión y para aminorar la afectación psicológica que se presenta generalmente durante el duelo. Materiales y método: El estudio fue de tipo cuasiexperimental y se aplicó, por iniciativa y con el apoyo de una empresa privada de servicios funerarios, a más de mil personas divididas en 6 grupos de 200 pacientes con quienes se revisó de manera interactiva el significado que el duelo tiene para cada persona, especialmente, en las primeras etapas de la pérdida, se analizaron los procesos que los seres humanos tienen que emprender para su resolución y se discutieron, en una demostración terapéutica grupal, 35 de las 74 recomendaciones que se incluyen en el libro citado para poder trascender con la fuerza del amor un duelo, evaluando posteriormente la efectividad de la intervención conforme a variables clínico-psicológicas y psiquiátricas previamente definidas y valoradas a través de las escalas de Beck para la medición de la angustia, la depresión y la desesperanza y de una escala y cuestionario especialmente diseñados para evaluar las actitudes frente a la pérdida.

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Resultados: Se encontró que durante los primeros cuarentas días de duelo un 82% de los participantes presentaban una reacción depresiva acompañada de ansiedad solamente en el 17% de los casos y de cuadros de desesperanza en personas especialmente enfermas o de mayor edad, un 12% reportaba enojo y el resto mostraba alextimia. El impacto de la intervención permitió mejorar en el 90% de los casos los conocimientos que se tenían sobre el duelo y reportó un 87% de interés por continuar el ejercicio terapéutico en los casos en los que, de acuerdo a la escala, la afectación emocional era más alta, garantizando en el 74% la aplicación del aprendizaje obtenido a través de la comunicación educativa con la inscripción a un ciclo de terapia breve que apoyó durante diez sesiones del mismo tipo al 56% de los inscritos e introdujo al 18% restante en redes de apoyo, todo lo cual, en comparación con todos los eventos en los que los dolientes no reciben ninguna orientación ni apoyo, marca una importante diferencia en cuanto a la preparación y restablecimiento que puede lograrse en estos casos para lograr una sana elaboración de la pérdida.

EL MACHISMO EN MÉXICO: DIFERENCIAS Y SIMILITUDES POR ESCOLARIDAD

José Luis Pozos-Gutiérrez Blanca Inés Vargas-Núñez

Facultad de Estudios Superiores Zaragoza, UNAM (México)

psicologiafez@hotmail.com

El término machismo es ampliamente utilizado para la descripción del prototipo de hombre mexicano: fuerte, poderoso, virilidad, etc. Asimismo, Castañeda (2002), refiere que ser macho tiene que ver con un conjunto de creencias, actitudes y conductas que exaltan la polarización de los sexos y la superioridad de lo masculino sobre lo femenino. No obstante lo anterior, Díaz-Guerrero (1986; 1987; 2003), hace constar que los comportamientos culturales cambian en función de los individuos y su relación con la cantidad de educación formal que reciban. Esto es, entre mayor cantidad de educación escolar menor apego a los sistemas tradicionales de la cultura. Con base en lo antedicho, el propósito de la investigación fue explorar el concepto machismo. Se aplicó la técnica de análisis de contenido a 513 participantes, el 49% eran de nivel preparatoria y el 51% eran de nivel licenciatura, la media de edad fue de 19.53 años. Se les preguntó ¿Para mí, el Machismo es…?. Se obtuvieron 11

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categorías del machismo, cultura, superioridad ante la mujer, evaluación, autoritarismo/manipulación, maltrato hacia la mujer, violación de derechos, sombra (lado oscuro), afectación social, restricciones para las mujeres, beneficios y beneficios para las mujeres. Se encontró que existen diferencias significativas con respecto a la escolaridad en la categoría de Cultura (chi-cuadrada= 8.030, p=.005), siendo para los universitarios más significativo con una mayor frecuencia; así como la categoría de Benefic ios (chi-cuadrada=6.288, p=.012), donde los de educación preparatoria observan mayores beneficios. Se concluyó que los resultados obtenidos, efectivamente corroboran lo planteado por Díaz-Guerrero (1986; 1987; 2003), que la educación formal, influye, signi ficativamente en la percepción de lo que se entiende por machismo. Menciona Castañeda (2002), que el hecho que los universitarios vean mayor cantidad de indicadores en la categoría cultura, hace notar que ellos miran el machismo como una formación cultural, que tienen que ver con la educación familiar, medios de comunicación y la sociedad en su conjunto. En relación a la categoría beneficios, es interesante observar que los preparatorianos, ya miran que los machistas obtienen privilegios per se, en este sentido Paz (1959) anunciaba, que los símiles de macho son: poder, fuerza, autoritarismo, potencia.

INVESTIGACIÓN GENÉTICA ACERCA DEL AUTISMO EN UNA POBLACIÓN FUNDADORA: VALLE CENTRAL DE COSTA RICA

Patricia Jiménez

Hospital Nacional de Niños (Costa Rica) pjimenezg@hnn.sa.cr

El propósito de este estudio es determinar cómo las dificultades con las interacciones sociales y/o la habilidad para comunicarse (que se refieren como autismo) podrían presentarse en las familias. Se pretende identificar el lugar del gen que podría ser responsable por la manifestación de tales problemas. Se hará en familias del Valle Central ya que que los estudios de genética tienen la posibilidad de tener más éxito cuando se realizan en una población aislada .El autismo y otros trastornos del desarrollo no son más comunes entre las personas de descendencia del Valle Central de Costa Rica que en cualquier otro grupo. El proyecto de investigación está bajo la dirección de la Dra. Patricia Jiménez González del

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Hospital Nacional de Niños, Costa Rica, la Dra. L. Alison McInnes en el Mount Sinai, Escuela de Medicina en Nueva York, N.Y. y Dra Elina Manghi de la Universidad de Illinois. Participarán además: Dra Marietha Fallas, pediatra; Lic Marcela Esquivel, Psicologa y Máster Silvia Monge. Psicopedagoga.

Se inició en mayo del 2003 y a la fecha se han reclutado 170 familias. Participarán unas 600 personas en 5 años Se incluye 4 procedimientos: Sangre: se toma una muestra de sangre así podremos investigar la posibilidad de una función genética al observar cuidadosamente las células sanguíneas de las personas que son parientes consanguíneos Se examinan ciertos factores específicos tales como fenilcetonuria, , síndrome de “X frágil”, una causa común del retraso mental hereditario y la presencia de otras anormalidades cromosomicas que podrían predisponer a comportamientos autistas. Entrevista: Se harán preguntas acerca del sujeto y la familia para obtener una historia clínica y datos del comportamiento del sujeto. Dura entre 2-4 horas. Observación: se observa al sujeto mediante el uso de pruebas de desarrollo y/o juego espontáneo por unos 45 minutos a 1 ½hora. Pruebas Cognitivas: se harán a los sujetos una serie de pruebas cognitivas y y escalas de conducta adaptativa. Grabación de videocintas. Las sesiones de las entrevistas y las evaluaciones se graban en videocintas. Se toman fotos de los sujetos que son revisadas por dismorfismo por un clínico. Para comparar los procedimientos del grupo y para asegurar que todos estaremos siguiendo los mismos procedimientos aplicando el Método de la Mejor Estimación, todo será revisado por expertos en Estados Unidos.

El participante se beneficiará de los resultados de las pruebas clínicas que se le realicen y se le entregarán por escrito.

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VALIDEZ DE CONSTRUCTO DE LA ESCALA DE DEPRESIÓN, ANSIEDAD Y ESTRÉS (DASS-21) EN UNA MUESTRA NO CLÍNICA

Gloria Margarita Gurrola Peña Patricia Balcázar Nava

Martha Patricia Bonilla Muñoz José Antonio Vírseda Heras Claudia Rocío Bueno Castro

Universidad Autónoma del Estado de México (México) pbalcazarnava@hotmail.com

Introducción: A pesar de que la depresión y la ansiedad son cuadros fenomenológicamente distintos, ha sido muy difícil distinguir entre esos constructos de manera empírica, mediante las medidas clínicas o a través del uso de autorreportes (Watson y Clark 1991). El modelo tripartito postula que existen componentes específicos de la ansiedad y la depresión que permiten su diferenciación. En el caso de la ansiedad, el componente específico es la tensión y agitación fisiológica, y en el caso de la depresión es la baja positividad afectiva (pa) (Crawford y Henry, 2004). Tomando como base lo anterior, Lovibon y Lovibon (1995) crearon la escala de depresión, ansiedad y estrés (dass), que originalmente contaba de 42 reactivos y, con base en la cual, se conformó la versión corta que consta de 21 reactivos (dass-21). Ambas escalas según Brown, Chorpita, Korotitsh y Barlow (1997) poseen subescalas especificadas en el modelo tripartita de la emoción; es decir, mientras la escala de depresión mide la baja positividad afectiva, la escala de ansiedad mide la agitación psicofisiológica y la de estrés, la negatividad afectiva.

Método. Sujetos: 200 sujetos adultos de una población no clínica mexicana. Instrumento: El DASS-21 consta de 21 reactivos con cuatro opciones de respuesta. Consta de tres subescalas que miden depresión, ansiedad y estrés. Las propiedades psicométricas reportadas fueron de 49 por ciento de varianza explicada y un coeficiente alpha de Cronbach de 0.93. Escenario: Aplicado en el domicilio o trabajo de cada uno de los participantes. Procedimiento: Traducción al español y retraducción al inglés. Se obtuvieron un análisis factorial y el coeficiente alpha de cronbach para ser validada.

Resultados y conclusiones: se seleccionaron tres factores que explican el 46.52% de la varianza total. El instrumento final quedó integrado por 14 reactivos integrados en 3 factores relacionados con depresión, con estrés y síntomas de ansiedad. La fiabilidad del

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DASS-21 para población mexicana en su totalidad fue de 86.52, los reactivos que conforman las subescalas son altamente afines a los reportados en la escala original y al modelo tripartito, pudiendo utilizarse con toda confianza en la investigación de los constructos que evalúa.

EL PACIENTE CON DIABETES Y SUS IMPLICACIONES

PERSONALES

Patricia Balcázar Nava 1

Gloria Margarita Gurrola Peña 1

José Antonio Vírseda Heras 1

Martha Patricia Bonilla Muñoz 1

Manuel Ortiz Parada 2

1 Universidad Autónoma del Estado de México

2 Universidad Mayor sede Temuco (México)

pbalcazarnava@hotmail.com

Introducción: La diabetes es una enfermedad crónica que ha ido en incremento en los reportes nacionales e internacionales y es una de las principales causas de muerte y discapacidad entre la población infantil y adulta. En su calidad de enfermedad crónica, además del tratamiento médico que incluye el manejo de una dieta, ejercicio continuado y los chequeos periódicos, intervienen otras variables importantes que garantizan el éxito terapéutico. En el proceso de adaptación del paciente con diabetes ocurren una serie de variables personales y sociales que garantizan o no que el diabético haga un adecuado automanejo de la enfermedad, misma que ha para ser entendida requiere que los protagonistas den su versión de esta enfermedad, por lo que el objetivo de este trabajo es poder entender cómo el paciente diabético adulto concibe, interpreta, maneja y hace frente a su enfermedad. Método. Sujetos: 8 adultos con diabetes tipo 2, de diferentes características sociodemográficas y sin complicaciones en el momento de la investigación.

Instrumento: Grupo focal, que es una entrevista grupal semiestructurada que abarcó diferentes tópicos relacionados con la concepción e interpretación personal de la diabetes y su manejo. Escenario: Se trabajó en una cámara de gessell de la Facultad de Ciencias de la Conducta, acondicionada para el grupo focal. Procedimiento: Previo consentimiento informado, los participantes fueron citados a una reunión en las instalaciones, se les explicó el objetivo de la investigación y los investigadores realizaron la entrevista, que fue grabada,

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transcrita y analizada según los ejes de la investigación.

Resultados y Conclusiones: La diabetes implica un proceso de adaptación y de cambios radicales en el estilo de vida del adulto, quien en principio, no entiende y no acepta la enfermedad, por lo que se observa un proceso de adaptación que puede tener duraci ón variable y que incrementa el riesgo de las complicaciones. El apoyo de la familia, la pareja y los cercanos, así como del equipo médico, es de vital importancia para el paciente, quien requiere no solo de información y de atención en el área médica, sino de apoyo personal para poder hacer frente a la enfermedad de forma exitosa.

EL FEMINICIDIO EN MÉXICO: MÁS ALLÁ DE LA

MITOLOGÍA POPULAR

Patricia Valladares de la Cruz

Iztacala, UNAM (México)

patyvalladares@hotmail.com

La violencia de género es uno de los problemas sociales que afecta a numerosas mujeres e infantes en el mundo, se estima que entre 30 y 50% han sufrido algún tipo de violentación genérica. Esta violencia se presenta con diferentes formas e intensidades, que van desde el hostigamiento sexual, el abuso sexual infantil, la violación, la violencia familiar, prostitución forzada, prácticas tradicionales vejatorias y el feminicidio.

El feminicidio es definido como el asesinato de mujeres por el hecho de ser mujeres y representa la forma mas extrema de la violencia de género. En la Ciudad fronteriza de Ciudad Juárez en México se han asesinado a más de 400 mujeres en 10 años, sin embargo estos asesinatos no sólo ocurrían en esta ciudad. Por tal motivo se creó una comisión para investigar este tema que agrupó a diputadas, investigadoras y científicas especializadas en violencia de género para llevar a cabo un amplio estudio sobre los feminicidios en 10 Estados mexicanos para analizar cómo son los asesinatos de mujeres. En esta investigación se obtuvieron las cifras de homicidios dolosos contra mujeres según los datos oficiales del INEGI, Procuradurías y Tribunales de justicia, también se analizaron los datos y el manejo de la información que se hacía en las notas de prensa y en algunas Organizaciones sociales dedicadas a atender y denunciar sobre el tema (Cámara de diputados, 2006) A partir de mi participación en este comité científico, diseñé este trabajo cuyo objetivo fue analizar las

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diferencias entre las creencias populares de las motivaciones de los asesinos de mujeres, para lo cual se compararon los datos oficiales de las procuradurías en 10 Entidades mexicanas con las notas de prensa. Los resultados más significativos apuntan a que la mayoría de los casos ocurren en el contexto de violencia familiar y no por asesinos seriales como señalan las creencias populares. Parece ser que es más fácil como sociedad pensar que los responsables son asesinos, seriales, locos y psicópatas y por lo tanto, poco frecuente, que aceptar que los asesinos son las parejas afectivas de las mujeres, o que la violencia familiar ocurre en el 50% de los hogares mexicanos y que en algunos casos esta violencia termina con la muerte de la mujer. Es decir que no sólo es problema criminológico sino un problema social.

EVALUACIÓN DEL CONOCIMIENTO DE GINA EN MÉDICOS GENERALES Y ESPECIALISTAS DEL ESTADO DE PUEBLA (MÉXICO)

Mirna Patricia Paredes Rivera 1

Jorge Iván Rodríguez Martinez 2

Georgina E Bazán Riverón 3

Maricela Osorio Guzmán 3

1 FES Iztacala, UNAM

2 Centro Médico Especializado Norte

3 FES Iztacala, UNAM (México) Paredes_58@yahoo.com.mx

El objetivo del presente estudio se centró en la evaluación del conocimiento sobre GINA (Guía Internacional del Manejo del Asma) en médicos especialistas y médicos generales de la ciudad de Puebla (México). Se aplicó un instrumento de 30 reactivos a una muestra de 1,474 médicos, los resultados mostraron que el 23% conoce el GINA, el 65.4% puede identificar el asma como una enfermedad crónica y el 49% identifica la fisiopatología caracterizada por inflamación, así como el 53.9% reconoce factores de riesgo; en cuanto a la vía de tratamiento sólo el 44.3% prefiere la vía inhalada. En relación al empleo de instrumentos diagnósticos el 34.3% conoce la espirometría y el 44.2% los broncodilatadores, instrumentos básicos para el diagnóstico oportuno. A partir de lo anterior se puede concluir que el manejo de la enfermedad presenta graves deficiencias, lo cual conduce a la necesidad de capacitar a los médicos generales, pues representan el primer contacto que tiene el paciente en el control de su enfermedad y de ellos depende una intervención oportuna y eficiente que

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evite el progreso de la enfermedad a estados severos que sólo deterioran la capacidad de vida de el paciente con frecuentes hospitalizaciones generando elevados costos para el sector salud.

INVESTIGACIÓN SOBRE EL TRASTORNO AFECTIVO BIPOLAR PARA CONSTRUIR UN MANUAL PSICOEDUCATIVO DIRIGIDO A PACIENTES Y SUS FAMILIARES

Paola Echeverri Echeverría Karla Lamicq Reyes

Universidad Católica de Costa Rica (Costa Rica)

paolaecheverri@gmail.com

El Trastorno Afectivo Bipolar es una condición que se ubica dentro de los trastornos del estado del ánimo y que en el país no ha sido sistematizada desde la psicología. Existe una falta de información notable que le ayude al paciente y a la familia a enfrentar esta situación. Es por esto que se realizó una investigación para determinar, cuáles eran los contenidos teórico-prácticos necesarios para elaborar un manual psicoeducativo que pudiera responder a las necesidades e intereses de la población meta. La investigación tuvo un alcance descriptivo utilizando ciertas técnicas de la metodología cualitativa. La muestra estuvo conformada por: cinco expertos en el tema (Psicólogos y Psiquiatras); cinco pacientes diagnosticados en los últimos diez años y cinco padres de familia. Como instrumentos, se utilizó la entrevista en profundidad con los pacientes y los expertos en el tema; y la entrevista en grupo con los familiares. El procedimiento estuvo conformado por las siguientes fases: 1. Revisión Bibliográfica del tema; 2. Recolección de Información con Profesionales; 3. Recolección de Información con Pacientes; 4. Recolección de Información con Familiares; y 5. Análisis de Información Recopilada. Como uno de los resultados de la investigación se elaboró un manual psicoeducativo que lleva por nombre: “Aprendiendo a manejar mis emociones”, el cual fue construido a partir de ciertos ejes temáticos propuestos por los sujetos a lo largo de las entrevistas. Luego de construido, la muestra validó su consistencia interna, aplicabilidad y contenido teórico. En las entrevistas los expertos, pacientes y familiares resaltaron: la carencia de información y de instituciones que brinden apoyo a nivel nacional;

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la necesidad de un tratamiento interdisciplinario para alcanzar el bienestar del paciente y su familia; la necesidad de incorporar a la familia en el tratamiento del paciente; la falta de herramientas prácticas que estén al alcance del paciente para afrontar su condición; y la importancia de brindar opciones para mejorar el estilo de vida y así el pronóstico de la enfermedad. Con la investigación se realizó un acercamiento a la realidad de estas personas, abordando sus cogniciones, conductas y emociones, y se recalcó el hecho de que la bipolaridad es una condición que puede ser manejada con el tratamiento adecuado.

ESCUELAS PRIMARIAS CON SALUD MENTAL POSITIVA

José Luis Gutiérrez Pacheco Ricardo Rafael Castillo Ayuso

Universidad Autónoma de Yucatán (México)

jl_gutierrez_p@hotmail.com

El presente proyecto, pretende promover el desarrollo de la Salud Mental Positiva (SMP), definida como el estado de funcionamiento óptimo de la persona (Belloch, Sandin y Ramos, 1995; Jahoda, 1958; Lluch, 1997; Martí Tusquets y Murcia Grau, 1987) y que consta de los factores:

Satisfacción Personal, Actitud prosocial, Autocontrol, Autonomía, Resolución de problemas y Autoactualización, y Habilidades de relación interpersonal (Lluch 1999). Debido a que actualmente SMP no se contempla en programas de educación de las primarias de México y dada su importancia indicada por los autores antes mencionados, se propone el presente programa, el cual tiene un diseño cuasiexperimental de grupo control sin tratamiento. El muestreo de los participantes se hará por conveniencia, entre niños de primarias públicas de la Ciudad de Mérida, Yucatán, México. El programa comenzará con una medición del estado de la SMP de los niños mediante la Escala de Salud Mental Positiva (ESMP) de Lluch (1999), con los datos obtenidos se crearan grupos para atender las áreas de oportunidad de desarrollo, que serán atendidas de manera focalizada, mediante talleres desarrollaos específicamente para el factor a desarrollar. Al finalizar los talleres, se realizará una reaplicación de la ESMP de Lluch (1999) para medir el efecto de los talleres, los datos obtenidos se analizarán con una confiabilidad de 0.05. Lo que se espera, es el aumento de la puntuación en la ESMP y mejoras en la vida de los niños.

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COMUNICACIÓN Y EDUCACIÓN EN SALUD:

CONCIENTIZAR SIN NORMATIVIZAR

Oscar Emilio López Jiménez

Universidad Nacional de Costa Rica oscare57@gmail.com

La psicología de la salud como disciplina reciente -que tiende no sólo a integrar los conocimientos de las diferentes áreas y enfoques de la psicología en función de tratar sobre y en el proceso de salud-enfermedad, sino que, además, muestra interés por estudiar al ser humano desde una perspectiva más integral (Biopsicosocial)- no pretende quedarse con el abordaje individual y en términos patógenos, por el contrario, pero sin dejar de hacerlo, se propone un trabajo supra-individual capaz de fomentar mejores estilos y calidad de vida.

El objetivo de este trabajo es presentar una propuesta metodológica para educar y comunicar en salud, desde y con la participación activa de la comunidad. La investigación-acción como método de estudio, facilitó una construcción participativa de estilos de vida saludables de manera concientizadora y sin normativas en salud que condujeran a la alineación. Los espacios reflexivos, el teatro participativo y el teatro de títeres son algunos de los instrumentos utilizados. Los sujetos de estudio al igual que el escenario, lo comprende la comunidad rural de San Luis de Guácimo-Limón, Costa Rica. Se consideró necesaria la participación de las fuerzas activas de la comunidad (Asociación de Desarrollo, Comité de Salud, Comité de Deportes, entre otras), como alianzas estratégicas para la gestión de los cambios y agentes promotores de las proyecciones en comunicación y educación en salud y crecimiento personal- colectivo.

Se sistematizó una estrategia para la comunicación y educación en salud, teniendo en cuenta los principales hallazgos encontrados en el diagnóstico epidemiológico-social. Los fines últimos de todas las acciones, incluido un boletín informativo-reflexivo en salud, era promover un proceso de deconstrucción y reelaboración de los constructos: actitudinal, afectivo-emocional y conductual, que permitieran el aprendizaje de habilidades y competencias básicas considerando las fortalezas personal-colectivas. Entre los alcances más favorables se encuentra: reconocimiento y potenciación de talentos humanos, deconstrucción y reelaboración de constructos, construcción participativa, cohesión e identificación grupal para la gestación y operacionalización de los cambios y, sobre todo, concienciación sobre las propias conductas de riesgo y propuestas para la modificación procesual.

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ASOCIACIÓN ENTRE OPTIMISMO DISPOSICIONAL, IRA Y REACTIVIDAD PSICOFISIOLÓGICA EN ESTUDIANTES UNIVERSITARIOS

Susana Ruiz Ramírez 2 Carlos Figueroa López 1 Benjamín Domínguez Trejo 2 Bertha Ramos del Rio 1 Rosario Rojas Contreras 1 Juliana 1S ánchez Tellez

1Facultad Estudios Superiores Zaragoza, U NAM

2 Facultad de Psicología, UNAM (México)

zuzyzu10@yahoo.com.mx

Introducción: El estudio presenta la construcción y propiedades psicométricas del Inventario Autorregulación del peso, destinado a medir los procesos de automonitoreo, autoevaluación y autoreforzamiento en dos áreas relacionadas con el control del peso: Es tilos alimenticios y patrones de actividad física.

Método: Participantes y procedimiento: Para la elaboración de un pool inicial de 134 ítems se realizó una revisión bibliográfica exhaustiva sobre el tema, una encuesta de opinión a 20 estudiantes universitarios y la consulta a 4 expertos en el área. El análisis estadístico de los ítems se realizó en una muestra de 100 estudiantes universitarios Se realizaron estudios de confiabilidad y validez de constructo en una muestra de 235 estudiantes universitarios. Objetivo. Encontrar asociaciones negativas significativas entre optimismo disposicional y reactividad psicofisiológica en una población de estudiantes universitarios sanos.

Suejtos. 50 alumnos inscritos en la carrera de Psicología de la Facultad de Estud ios SuperioresZaragoza, Universidad Nacional Autónoma de México, de entre 18-25 años, clínicamente sanos. Instrumentos. Life Orientation Test (LOT) (Sheier & Carver, 1989) Evalúa optimismo disposicional como una dimensión bipolar. Consta de 12 ítems 4 eval úan optimismo, 4 pesimismo y 4 ítems son de relleno. Puntajes altos obtenidos con la suma de los ítems 1, 2, 3 y 10, reflejan la presencia de Optimismo Disposicional. La reactividad

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psicofisiológica se midió con un equipo de Retroalimentación Biológica computarizado de 8 canales Biograph Modelo 2.1 ProComp Marca Thought Technology. Permite el registro continuo de las respuestas fisiológicas: temperatura, respuesta galvánica de la piel, tasa cardiaca, amplitud del pulso sanguíneo, electromiografía. Inventario de Expresión de Ira Estado Rasgo (STAXI-2) (Tobal, Casado, Cano y Spielberger, 2001): consta de 49 ítems, con 6 escalas, 5 subescalas y un índice de expresión de ira. Procedimiento. Una evaluación psicológica es realizada en la primera sesión, en la cual los sujetos responden los cuestionarios. Una sesión más es destinada para realizar un perfil psicofisiológico de estrés. Dicha situación se refiere a la prueba de Stroop (consusión de colores), una prueba aritmética y el recuerdo de un evento altamente e stresante.

Resultados. Se utilizará un Modelo de análisis multivariado, además de un análisis psicométrico de los instrumentos. Se espera encontrar asociaciones negativas significativas entre una alta reactividad psicofisiológica, un alto nivel de optimismo, y un nivel bajo de ira.

CONSTRUCCIÓN Y VALIDACIÓN DEL INVENTARIO DE AUTORREGULACIÓN DEL PESO. RESULTADOS PRELIMINARES

Zoraide Lugli Manuel Arzolar Eleonora Vivas

Resultados: El análisis estadístico permitió la selección de 61 ítems representativos de las dimensiones teóricas establecidas inicialmente. El contenido y la redacción de estos ítems fueron revisados nuevamente y los análisis estadísticos en una nueva muestra de 116 estudiantes permitió la selección final de 29 ítems con distribución simétrica y correlación ítem-test superior a 0,35El análisis factorial muestra la presencia de 2 factores que explican el 50.337% de la varianza total. El primer factor se denominó “Autorregulación del Estilo de alimentación”, explica el 37.685 y agrupa los ítemes que hacen referencia al ritmo de alimentación, calidad y cantidad de la ingesta. El factor 2 se denominó “Autorregulación de los patrones de actividad física”, explica el 12.652 de la varianza total y agrupa los ítems relacionados con la actividad física regular que realiza la persona. Para determinar la

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fiabilidad del inventario se calcularon índices de consistencia interna para cada factor, encontrando valores satisfactorios a saber: 0.93 (13 ítems), y 0.91 (16 ítems).

Conclusiones: Los resultados encontrados resultan prometedores en la búsqueda de una medida válida y fiable de la autorregulación en el control del peso que tome en cuenta los hábitos alimenticios y la actividad física, aspectos que son básicos en los programas conductuales para el tratamiento de la obesidad.

CONSTRUCCIÓN Y VALIDACIÓN DE UN INSTRUMENTO PARA MEDIR CALIDAD DE VIDA EN PACIENTES CON ENFERMEDADES RESPIRATORIAS CRÓNICAS: RESULTADOS PRELIM INARES

Joanmir Zaragoza Zoraide Lugli

Universidad Simón Bolívar y Universidad Central de Venezuela, Caracas (Venezuela)

zaragoza.ucv@gmail.com

Tradicionalmente los instrumentos desarrollados para medir calidad de vida en pacientes con dificultades respiratorias crónicas, como el Asma y la Enfermedad Pulmonar Obstructiva Crónica (EPOC), han abordado este constructo multidimensional de forma muy parcial y limitada. Debido a ello, se desarrolló la escala CV-PERC contemplando no sólo las dimensiones básicas de funcionalidad física, psico-emocional y social, sino incluyendo además, la funcionalidad cognitiva, laboral, sexual y la percepción de salud y bienestar. Esta escala fue construida a partir de la revisión del Cuestionario Respiratorio de Saint George de Jones, Quirk, y Baveystock (1991) y el SF-36 de Ware y Sherbourne (1996), así como de la generación de nuevos ítems tras la revisión teórica y la realización de entrevistas a estos pacientes. Los ítems seleccionados fueron sometidos a juicio de expertos (Neumonólogos y Psicólogos de la Salud) para evaluar su validez, la redacción y el nivel adecuado del lenguaje. El instrumento resultante de 60 ítems, fue aplicado a una muestra preliminar de 101 pacientes para conocer el funcionamiento de los ítems; de este análisis, fueron eliminados 10, dado su bajo poder de discriminación, quedando la escala constituida por 50 ítems. Finalmente, una nueva muestra de 250 pacientes de cuatro Hospitales de Caracas-Venezuela (Luis Salazar

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Domínguez, Domingo Luciani, Cesar Rodríguez Rodríguez y José María Vargas) respondió la escala y se procedió a los análisis de confiabilidad y validez de constructo y convergente. El análisis factorial agrupó los ítems en 7 dimensiones que explican el 66,23% de la varianza total (funcionalidad física -24.39%-, funcionalidad sexual -11.39%-, funcionalidad laboral -7.24%-, percepción de salud y bienestar -5.74%-, funcionalidad psicológica -5.05%-, funcionalidad cognitiva - 4.59%- y funcionalidad social -3.83%-). La consistencia interna de cada una de las dimensiones y de la escala total son superiores a 0.82 (alpha de cronbach). Los coeficientes de validación convergente son superiores a 0.64, encontrando que los puntajes de la escala CV-PERC correlacionan moderadamente alto con las variables ansiedad (-0.70), autoestima (0.65) y satisfacción con la vida (0.64). Los resultados evidencian que la escala CV-PERC parece ser una medida válida y confiable para evaluar Calidad de Vida en pacientes con Asma y EPOC.

ESCALA PARA MEDIR DEPRESIÓN EN ADOLESCENTES

MEXICANOS DE 12 A 16 AÑOS

Victoria Magdalena Varela Macedo Patricia Escalante Castillo

Universidad Nacional Autónoma de México (méxico)

vvarela@correo.unam.mx

Para evaluar depresión en niños y adolescentes, se han utilizado, por mucho tiempo, instrumentos psicológicos desarrollados para evaluar esa variable en adultos, la mayoría de estos instrumentos no están validados ni estandarizados en jóvenes, y por lo tanto se utilizan normas que dan lugar a errores en el diagnóstico, es por ello, de suma importancia contar con instrumentos validos que permitan a los especialistas detectar de manera adecuada la depresión y así realizar tratamientos pertinentes y oportunos. En el presente trabajo se tiene como objetivo principal elaborar una Escala de Medición de la Depresión en Adolescentes. En esta investigación participaron 600 sujetos de 12 a 16 años, con estudios a nivel secundaria, tanto de escuelas públicas como privadas. En dicha escala se realizaron varios análisis estadísticos, entre ellos, se realizó un Análisis de Consistencia interna a través del alfa de Cronbach y un análisis de Estructura Factorial. Se obtuvieron cinco factores principales, los cuales explican el 34.8% de la varianza. Los nombres de los factores y sus

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valores de consistencia interna son: Sentimientos de Minusvalía 0.9283, Sentimientos de Melancolía 0.8870, Sentimientos de Satisfacción 0.7552, Sentimientos de Decepción 0.7991, y Síntomas Psicosomáticos 0.8259. Se observó que el instrumento es válido para medir depresión en adolescentes.

SIGNIFICADO PSICOLÓGICO Y AFECTIVO DE LA VEJEZ EN HOMBRES Y MUJERES

María Sughey López-Parra Blanca Inés Vargas-Núñez José Luis Pozos-Gutiérrez

Facultad de Estudios Superiores Zaragoza, UNAM (México)

viejoceneno@hotmail.com

La imagen que se tiene de la vejez es resultado de numerosos aspectos, conceptos, actitudes e imágenes que la forman, entre ellas las creencias que se tengan al respecto y las cuestiones de género que influyen en su percepción de manera; así mismo, el acelerado cambio que se vive a nivel económico, tecnológico, social, cultural, etc., son factores que influyen en la significación de la vejez (López-Parra, 2006). Por lo anterior, el objetivo de la presente investigación fue conocer el significado psicológico y afectivo de la vejez en hombres y mujeres. Participaron 500 sujetos, con un rango de edad de 18 a 50 años (50% hombres y 50% mujeres). La muestra fue no probabilística-accidental. Se aplicó la técnica de Redes Semánticas Naturales (Valdez, 2002) para conocer el significado psicológico del concepto Anciano(s); así como la técnica de Diferencial Semántico (Díaz-Guerrero y Salas, 1975) para el significado afectivo de los conceptos Viejo(s) y Anciano(s). La aplicación se realizo de manera individual. Los resultados referentes a las Redes Semánticas del concepto Anciano (s), indicaron un 13% de diferencias y un 87% de similitudes entre hombres y mujeres, así para las mujeres el concepto tiene que ver con características positivas como amor, pero también retoman su lado negativo, es decir que los ancianos son lentos; por otra parte, los hombres hacen referencia a la tercera edad, y a que son personas.

En cuanto al Diferencial Semántico, sólo se observaron diferencias significativas en el dinamismo del concepto Anciano(s), pues son los hombres quienes hacen mayor referencia a la actividad que perciben de las personas de edad. Se puede concluir que actualmente la

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vejez es percibida como un sinónimo de desgaste. Así, el que las mujeres vean más disminuidas las actividades y características físicas en la vejez, corresponde a que, generalmente son ellas quienes están más en contacto con todos los miembros de la familia (entre ellos los mayores), por lo que se dan cuenta de las limitaciones a las que se enfrentan diariamente estas personas.

EFECTOS DE UN PROGRAMA DE YOGA Y COMUNICACIÓN SOBRE EL ESTRÉS ACADÉMICO: UNA PROPUESTA PSICONEUROINMUNOLÓGICA

Oswaldo Alberto Rafael Vernet Márquez Giuseppina Nicolaci Alí

Universidad Central de Venezuela (Venezuela) verneto@ucv.ve

El estrés crónico afecta el óptimo rendimiento en actividades cotidianas y facilita la presentación de enfermedades. La psiconeuroinmunología, ha explicado estos hallazgos reportándose mejorías clínicas e influencia en el sistema inmune cuando se aplican estrategias de afrontamiento que pueden ser apoyadas con diferentes técnicas psicofísicas y cognoscitivas, tal es el caso del Yoga y la Comunicación. El Asesor Psicológico brinda apoyo a individuos y grupos, pudiendo sugerir tanto el uso del ejercicio psicofísico para mejorar la actividad mental y bienestar general, como el entrenamiento en técnicas de comunicación para mejorar las relaciones interpersonales, el apoyo social y en consecuencia la calidad de vida.

En la presente investigación se trabajó con un diseño experimental de pre-prueba, post-prueba y grupo de control, con una muestra no probabilística de 32 estudiantes universitarios voluntarios, de ambos sexos, asignados al azar a dos grupos, experimental y control, cada uno con 16 sujetos, empleándose 5 instrumentos psicométricos: Evaluación de la Tensión Muscular, Asertividad de Rathus, IDARE, Escala de Estrés Académico y GHC-28. Se trabajó en el Departamento de Neuropsicología del Instituto de Psicología de la UCV, evaluando el efecto de un Programa de Asesoramiento Psicológico de Grupos para el control del estrés académico, contentivo de 5 técnicas psicofísicas de Yoga: Gimnasia

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Psicofísica, Relajación, Respiración Completa, Pranayama y Saludo de Pax y 2 cognoscitivas de Comunicación Asertividad y Feedback; sobre 13 indicadores del Estrés Académico: tensión muscular, ansiedad de estado y rasgo, asertividad, socialización, miedo escénico, calidad docente, planificación, situaciones cotidianas, síntomas somáticos, ansiedad-insomnio, disfunción social y depresión severa. Se ofreció el programa durante 18 horas en 6 sesiones, aplicando los instrumentos antes del tratamiento, al terminar éste y un mes mas tarde.

Los resultados muestran diferencias estadísticamente significativas que apoyan la efectividad del tratamiento en 12 de los indicadores evaluados, manteniéndose los cambios en 8 de ellos un mes después de terminada la aplicación del Programa. Se puede concluir que la aplicación de programas de Asesoramiento Psicológico de grupos que contemplen el entrenamiento y puesta en práctica de técnicas de yoga y comunicación, constituyen una estratégica de afrontamiento ante el Estrés Académico.

VARIABLES ASOCIADAS A LA AUTOEFICACIA EN

ADOLESCENTES QUE INICIAN EL CONSUMO DE ALCOHOL

Vania Barrientos Casarru bias Kalina Isela Martínez Martínez Fernando Vázquez Pineda

Universidad Nacional Autónoma de México (México)

vanyta80@yahoo.com.mx

Actualmente, nuestro país se enfrenta con el aumento en el consumo de alcohol en grandes sectores de la población. Una de las poblaciones prioritarias dentro de este fenómeno de salud pública es la adolescente ya que se ha observado que durante este periodo hay un aumento en actividades que ponen en riesgo la salud y la seguridad, entre las que se incluye el uso de alcohol (Baer & Peterson en Miller & Rollnick, 2002). Ante esto, se han desarrollado intervenciones dirigidas a tratar esta problemática; uno de los marcos que ha mostrado abordarla con eficiencia es el de la Intervención Breve que integra elementos Cognitivo–Conductuales; entre los que se encuentra la auto-eficacia la cual desempeña un papel único dentro del proceso de modificación de la conducta adictiva. En esta área, el estudio de la auto-eficacia resulta indispensable ya que permite explorar las creencias de los

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jóvenes con respecto a su confianza para evitar el consumo excesivo en diferentes escenarios. Existen elementos que intervienen en el nivel de auto-eficacia de los individuos, como el tiempo de inicio, el patrón y las consecuencias asociadas al consumo de alcohol.

El propósito del presente estudio fue explorar la posible asociación entre estas variables a través del análisis de conglomerados jerárquicos y medidas descriptivas. La población estudio estuvo constituida por 20 adolescentes, estudiantes de entre 14-21 años. Para la obtención de los datos se utilizaron 4 instrumentos: Entrevista Semiestructurada, Entrevista Inicial (Campos, Martínez y Ayala, 2001), Cuestionario de Confianza Situacional versión breve (Annis y Martín, 1985; traducción y adaptación Echeverría y Ayala, 1997), y la Línea Base Retrospectiva (Sobell, Maisto, Sobell y Cooper, 1979). El estudio se llevó a cabo en el Centro Acasulco de la Facultad de Psicología de la UNAM y en algunas escuelas de bachillerato de esta misma institución.

Los resultados muestran que las mujeres de este estudio constituyen una población vulnerable ya que presentan un patrón de consumo elevado en comparación con los hom bres. Además, se puede concluir que la auto-eficacia tiene una relación inversa con las variables estudiadas (tiempo, patrón y consecuencias asociadas al consumo de alcohol).

ESTUDIO COMPARATIVO DE TRES MODALIDADES DE INTERVENCIÓN: TERAPIA PSICOSOCIAL, MUSICOTERAPIA Y TERAPIAS MÚLTIPLES EN PACIENTES CON ESQUIZOFRENIA

Marcelo Valencia

Instituto Nacional de Psiquiatría Ramón de la Fuente (México)

valencm@imp.edu.mx

Se presenta un estudio comparativo acerca de la implementación de tres modalidades terapéuticas: la terapia psicosocial, la musicoterapia, y las terapias múltiples, en 58 pacientes con esquizofrenia de la consulta externa del hospital del Instituto Nacional de Psiquiatría Ramón de la Fuente, en México, D.F.

Se utilizó un enfoque de atención integral biopsicosocial que combinó la utilización de los medicamentos antipsicóticos e intervenciones terapéuticas al paciente y a su familia,

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con énfasis en el modelo cognitivo-conductual. Se comparó el funcionamiento psicosocial, la actividad global (síntomas y la actividad psicológica, social y laboral), recaídas, rehospitalizaciones, el nivel de adherencia terapéutica, así como la magnitud del efecto de las intervenciones. Se utilizó un diseño aleatorio controlado a los tres grupos bajo estudio quienes también recibieron medicamentos antipsicóticos. El diseño incluyó un grupo control que recibió únicamente los medicamentos antipsicóticos. Los pacientes fueron evaluados al inicio y al final de las intervenciones que tuvieron seis meses de duración. Se utilizó la Escala de Funcionamiento Psicosocial (Valencia, 1989) y la Escala de Evaluación de la Actividad Global (DSM-IV, 1994). Por medio del análisis de varianza se compararon las diferencias entre las mediciones al inicio y al final (Tiempo) de cada modalidad, se observó fuerza de asociación entre los grupos y el tiempo.

Los pacientes de las tres modalidades obtuvieron beneficios terapéuticos de distinta proporción en el funcionamiento psicosocial y en la actividad global, y con diferencias en la magnitud de la eficacia de cada intervención, siendo las más efectivas la terapia psicosocial, y la musicoterapia. No se encontraron diferencias estadísticamente significativas (p=0.05) entre los tres grupos en cuanto a recaídas, rehospitalizaciones, ni en el porcentaje de asistencia a las sesiones terapéuticas. En la terapia psicosocial y en la musicoterapia el grado de deserción fue en menor grado y de igual forma estas dos intervenciones presentaron un mayor nivel de adherencia terapéutica en comparación con las terapias múltiples. En el grupo control no se encontraron diferencias significativas en ninguna de las variables estudiadas.

VALIDACIÓN DE UNA ESCALA DE ADAPTACIÓN PSICOSOCIAL A LA ENFERMEDAD FÍSICA EN PACIENTES CON DIABETES TIPO 2

Fabiola Tafoya Ramos

Facultad de Estudios Superiores Zaragoza, UNAM (México)

taffdelfin@hotmail.com

El objetivo del trabajo fue establecer la confiabilidad (consistencia interna) y validez de constructo del PAIS-SR o Escala de adaptación Psicosocial a la Enfermedad Física (versión auto- aplicable) en una muestra de pacientes mexicanos con diagnóstico de Diabetes

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Mellitus tipo 2 (DM2).

Método. El instrumento se aplicó a 332 pacientes con diagnostico de DM2, del Hospital Central Norte (HCN) de PEMEX. . Dichos pacientes tuvieron un promedio de evolución de la enfermedad de 86.75 meses, una edad promedio de 59.89 años, la mayoría se dedicaban al hogar y el número de mujeres fue mayor al de hombres. Una parte importante de los sujetos contaban con estudios y eran personas casadas. Se les aplicó el PAIS-SR, el cual es un cuestionario de 46 reactivos contenidos en 7 dominios que miden la adaptación psicosocial a la enfermedad física, y el Cuestionario de Percepción de Estrés (CPCE), el cual mide estrés basado en la percepción de control. Como parte de la labor hospitalaria se formaron grupos psicoeducativos para pacientes con DM2, a los cuales se les aplicaron los inventarios en una sola sesión.

Se realizó un análisis factorial del PAIS-SR con el cual se obtuvieron 7 factores, las escalas de Relaciones Sexuales y Entorno Social quedaron intactas, la escala de Malestar Psicológico quedó con los ítemes originales pero se agregó un ítem de la escala de Conciencia del Cuidado de su Propia Salud (dicha escala se dividió en dos), la escala de Relaciones Familiares Más Allá de la Familia Nuclear se combinó con algunos ítemes de la escala de Ámbito Doméstico y Ámbito Profesional. Dos ítemes (2.6 y 3.8) no cargaron en ningún factor. El análisis de confiabilidad para el PAIS-SR según las cargas factoriales obtenidas en este estudio, tuvo una confiabilidad general de .93. Se realizó una correlación entre el PAIS-SR (total y por escalas) y el CPCE, las correlaciones fueron estadísticamente significativas, es decir a mayor desadaptación psicosocial, mayor estrés. El PAIS-SR es un instrumento valido y confiable para la población de Diabetes Mellitus tipo 2 del HCN de PEMEX.

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EVALUACIÓN NEUROPSICOLÓGICA DE PERSONAS CON TUMOR

CEREBRAL FRONTAL PRE Y POST CIRUGÍA

Sulema Rojas Rodrigo Lorenzana Lourdes Luviano Marta Tapia Laura Hernández Edgardo Ruiz

UNAM, Campus Iztacala y Hospital Regional 1º de Octubre ISSSTE (México)

sulemarojas@yahoo.com.mx

Introducción. Los tumores frontales representan el 16% de todas las neoplasias supratentoriales y pueden ocurrir en igual frecuencia en el hemisferio izquierdo que en el derecho. Los síntomas son fácilmente confundidos como psiquiátricos en vez de neurológicos. Los meningiomas y los astrocitomas presentan una alta incidencia de aparición. El 90% de los pacientes con tumor en la región frontal tienen una ejecución que se ubica por debajo del percentil 10 de acuerdo a su grupo normativo, en alguna de las áreas de la cognición. Los déficits en funciones ejecutivas fueron observados en el 78% de los pacientes y los déficits de memoria y atención fueron observados en el 60%. También se ha encontrado que el abordaje neuroquirúrgico en la resección de estos tumores no causa deterioro en el funcionamiento cognitivo en general, únicamente un leve deterioro de la atención.

Objetivos: Evaluar la afectación de las funciones ejecutivas a consecuencia de neoplasias localizadas en el lóbulo frontal y determinar si la resección del tumor modifica el desempeño en tareas de los pacientes en las tareas que evalúan las funciones ejecutivas. Sujetos: 5 pacientes 3 mujeres y 2 hombres entre 45 y 68 años de edad con diagnostico de neoplasia frontal (meningioma y astrocitoma). Procedimiento: Se evaluaron estos pacientes en dos momentos antes y después de la cirugía utilizando una prueba de rastreo general de las funciones cognitivas (PIEN) y una prueba específica (WCST) para evaluar las funciones ejecutivas.

Resultados: La presencia de neoplasias en el lóbulo frontal afectan el funcionamiento cognoscitivo, las áreas que parecen más afectadas en estos pacientes son la memoria, la fluidez verbal y la atención. Las funciones ejecutivas que se encuentran mas alteradas en pacientes con tumores en lóbulo frontal son: la incapacidad para categorizar, perseveraciones y no se benefician de la retroalimentación verbal.

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